
Este artigo analisa o estágio atual da atuação nacional em cibersegurança no Brasil, com ênfase na identificação de grupos de pesquisa, iniciativas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), temas recorrentes e perspectivas estratégicas para a Defesa Nacional. A pesquisa parte da seguinte questão: em que medida a produção científica e tecnológica brasileira em Cibersegurança se articula com as demandas institucionais e operacionais da defesa cibernética no país? Metodologicamente, o estudo baseou-se em buscas sistemáticas no Diretório dos Grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), complementadas por consultas a bases de patentes, registros de software, teses, dissertações, projetos financiados e documentos estratégicos. Foram identificados 108 grupos, dos quais 81 foram considerados ativos com base em sua produção entre 2021 e 2024. Os resultados revelam um número expressivo de grupos e uma significativa produção acadêmica, mas baixa conversão em propriedade intelectual, indicando um descompasso entre a pesquisa e a inovação tecnológica. Observou-se, ainda, a transição temática da proteção de dados para abordagens baseadas em aprendizado de máquina, bem como o crescimento de tópicos como a Internet das Coisas. Em contrapartida, áreas como a criptografia quântica, a segurança ofensiva e a defesa cibernética permanecem pouco exploradas. Conclui-se que o fortalecimento da capacidade nacional em Cibersegurança requer maior integração entre academia, agências de fomento, setor produtivo e estruturas de defesa, de modo a ampliar a soberania tecnológica e a resiliência cibernética do Estado brasileiro.
O presente estudo investiga a aplicação de técnicas de aprendizado de máquina supervisionado como ferramenta de apoio à tomada de decisão nas operações logísticas das Forças Armadas brasileiras. Com base em uma revisão bibliográfica, destacam-se as Redes Neurais Artificiais e os métodos de ensemble learning como abordagens promissoras para lidar com séries temporais complexas, promovendo maior precisão em previsões logísticas. Identificam-se oportunidades relevantes para o uso dessas técnicas no contexto da inteligência artificial aplicada à gestão de estoques, planejamento de manutenção e avaliação de fornecedores. Embora persistam desafios à plena adoção da IA na logística militar, identificou-se diversas aplicações de aprendizado supervisionado com elevado potencial para ampliar a eficiência logística militar, contribuindo para uma gestão mais estratégica, automatizada e orientada por dados.
O objetivo deste estudo é compreender em que medida a opção da Marinha do Brasil em consolidar a parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) contribuiu para o desenvolvimento do Programa Nuclear da Marinha entre os anos de 1979 e 1992. A análise fundamenta-se no referencial teórico da pesquisa cooperativa, que considera variáveis como motivações institucionais, transferência de conhecimento, arranjos organizacionais e resultados esperados. Por meio de revisão bibliográfica, os resultados indicam que a parceria foi decisiva para o domínio do ciclo do combustível nuclear em 1987, permitindo avanços em infraestrutura, formação de pessoal e desenvolvimento de tecnologias sensíveis. Destaca-se ainda a institucionalização da cooperação com a criação do CTMSP, a gestão do conhecimento em ambiente sigiloso e os impactos civis do programa, como a nacionalização da produção de radiofármacos e o fortalecimento da capacidade tecnológica do país.
Este artigo analisou a aplicação da Ciência e Tecnologia (C&T) na defesa brasileira, focando a evolução e o impacto das inovações tecnológicas, especialmente a Inteligência Artificial (IA), no setor militar. A pesquisa comparou as estratégias de longo prazo dos Estados Unidos e da China, que investem massivamente em IA, governança de dados e fusão civil-militar, com o percurso do Brasil em tecnologias disruptivas. Fundamentada em revisão bibliográfica e análise de documentos oficiais, a análise detalhou as abordagens dessas potências, destacando suas implicações para o Brasil. Os resultados mostraram que, apesar da infraestrutura brasileira para IA e outras inovações na defesa, o Sistema de Inovação do Setor de Defesa (SIS-Def) enfrenta limitações significativas por conta de desafios econômicos, políticos e de gestão, além da vulnerabilidade ao cerceamento tecnológico e desarticulação interna. O estudo enfatiza a necessidade de integração civil-militar, parcerias estratégicas e superação de barreiras culturais e estruturais para garantir a autonomia e competitividade nacional.
O objetivo deste artigo é analisar a abordagem de proteção por segredo industrial para tecnologias da Força Aérea Brasileira, comparando-a ao sistema de patentes sob a ótica da soberania nacional. Por meio de pesquisa documental e bibliográfica, analisaram-se dados da Coordenadoria de Gestão da Inovação do Comando da Aeronáutica entre janeiro de 2023 e junho de 2025. Os resultados demonstram a preponderância do segredo industrial, que correspondeu a 77% das 26 negociações de transferência de tecnologia realizadas no período. As evidências apontam que essa estratégia é vantajosa para resguardar a soberania, alinhando-se às políticas de defesa e permitindo a transferência controlada de tecnologia para fomentar a base industrial de defesa. O modelo de gestão adotado, que equilibra o uso de segredos e patentes, mostra-se eficaz para conciliar a proteção de ativos estratégicos com o desenvolvimento tecnológico do país.
O desenvolvimento e uso de tecnologias passíveis de uso dual, entendidas como aquelas aptas ao emprego tanto em aplicações de uso civil, quanto em missões tipicamente militares (com ou sem pequenas adaptações), é um fenômeno histórico. Dentre as tecnologias avançadas com possibilidades de uso dual se destacam aquelas baseadas em princípios de energia dirigida (Armas de Energia Dirigida – AED), que já são objeto há algum tempo de pesquisas por potências militares (EUA, Rússia, China e Índia), apesar de tais projetos se encontrarem aparentemente em fase ainda essencialmente teórica ou experimental. A partir da disseminação da tecnologia de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT), ou “drones”, como arma de guerra efetiva e operacional, sobretudo a partir da eclosão de conflitos de grande intensidade no início dos anos 2020, o desenvolvimento de sistemas laser como vetores antiaéreos especificamente voltados para essa ameaça ganhou ímpeto, sendo até mesmo anunciado por vários países como disponíveis em seus arsenais, embora a opinião majoritária dos cientistas na área de fotônica seja cética quanto à efetiva superação dos obstáculos técnicos envolvidos. Nesse contexto, vislumbra-se potencial para que a tecnologia de AED baseadas em laser de fibra possa ser desenvolvida no Brasil a partir de esforços de inovação com características de uso dual.
O progresso das tecnologias digitais tem alterado de maneira significativa a maneira como as nações organizam suas táticas de Defesa e Segurança Nacional. Neste contexto, o Big Data e a Inteligência Artificial (IA) desempenham uma função primordial ao viabilizar a análise extensiva de informações e a criação de competências preditivas que possibilitam a antecipação de ameaças e o suporte a decisões estratégicas em tempo real. Este artigo oferece uma análise acerca da função dessas tecnologias na Defesa Nacional, examinando casos internacionais e debatendo os desafios e as perspectivas para sua implementação no Brasil. Exploram-se aplicações como a supervisão de fronteiras, segurança cibernética, integração de dados entre múltiplas plataformas e apoio à decisão operacional. Além das vantagens, são abordadas as dificuldades pertinentes à infraestrutura tecnológica, à soberania digital, aos aspectos éticos e à formação de profissionais especializados. Por último, a pesquisa expõe visões para o futuro que englobam a implementação de centros nacionais de análise preditiva, a interconexão com tecnologias emergentes e o aperfeiçoamento de algoritmos de inteligência artificial explicáveis, enfatizando que a adoção estratégica dessas soluções é fundamental para consolidar a soberania e elevar a resiliência do Brasil diante de ameaças híbridas e cibernéticas.
Em um cenário global de crescentes disputas tecnológicas, este artigo tem o intuito de investigar o papel da Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) como vetor crucial para o catching up da defesa brasileira, essencial à autonomia estratégica do país. O objetivo central é analisar como a CTI pode impulsionar a Base Industrial de Defesa (BID) do Brasil, identificando os fatores estruturais e geopolíticos que comprometem a superação da dependência tecnológica. Para tanto, o estudo adota uma abordagem qualitativa e analítica, fundamentada em revisão de literatura e análise de dados secundários de fontes como o Stockholm International Peace Research Institute (SIPRI) e a Estratégia Nacional de Defesa (END). A pesquisa evidencia desafios persistentes que resultam em um descompasso crítico entre as ambições militares do Brasil e a realidade de seus investimentos, impactando significativamente seu catching up e a autonomia estratégica.
Este artigo explora a relevância da telemedicina como ferramenta estratégica para aprimorar a operacionalidade do Exército Brasileiro (EB). Inicialmente, contextualizam-se os conceitos de telemedicina e telessaúde, suas aplicações e desafios no cenário geral da saúde. Em seguida, por meio de uma análise dos aspectos clínicos e econômicos, bem como dos riscos éticos envolvidos, o estudo visa contribuir para o desenvolvimento de diretrizes seguras e eficazes para a implementação dessa tecnologia no ambiente militar. A metodologia adotada foi qualitativa, com base em revisão narrativa de literatura científica, documentos institucionais e experiências internacionais em saúde militar. A telemedicina, ao integrar tecnologias de informação e comunicação à prática clínica, demonstra potencial para otimizar a comunicação remota, manter padrões de qualidade nos serviços de saúde, promover a acessibilidade equitativa e reduzir custos operacionais. Contudo, a implementação exige rigorosa atenção aos princípios éticos e jurídicos, a fim de garantir a privacidade dos dados, a segurança da informação e a integridade do atendimento.
A indústria de defesa mantém uma relação intrínseca com a ciência, a tecnologia e a inovação (CT&I), o que torna o capital humano estratégico um elemento central, especialmente diante da crescente sofisticação tecnológica dos conflitos contemporâneos. Embora a literatura sobre migração qualificada costume enfatizar benefícios mútuos entre países de origem e de destino, são escassas as análises sobre os efeitos da emigração de profissionais vinculados à base industrial de defesa. Este artigo procura examinar como a literatura acadêmica interpreta os impactos da emigração de cientistas e engenheiros da indústria de defesa russa na década de 1990, marcada pelo colapso da União Soviética. A metodologia adotada envolveu pesquisa bibliográfica e análise crítica da literatura em inglês disponível no Google Acadêmico. Os estudos analisados revelam interpretações diversas, influenciadas por interesses geopolíticos. Destaca-se, para a Rússia, a perda de capital científico, enquanto, no plano internacional, prevaleceu a preocupação com a proliferação de armas de destruição em massa.
Este artigo tem o objetivo de analisar metodologias de avaliação aplicadas à inovação e à transferência de tecnologia no setor de defesa, com base em documentos estratégicos nacionais e internacionais. Adota-se uma abordagem qualitativa, fundamentada na análise documental interpretativa e na clusterização temática, que agrupou os materiais em três eixos: programas de apoio a pequenas empresas, políticas públicas brasileiras e práticas avaliativas globais. Os resultados demonstram que a efetividade das políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) depende da integração entre avaliação, aprendizado institucional e governança interinstitucional. Identificaram-se lacunas metodológicas na mensuração de impactos de longo prazo e a necessidade de indicadores multidimensionais e adaptativos. Conclui-se que a consolidação de um sistema nacional de avaliação tecnológica é essencial para fortalecer a Base Industrial de Defesa e sustentar a soberania tecnológica brasileira.
A ciência aberta em defesa cibernética apresenta um desafio específico devido à natureza restrita dos dados, a qual, por sua vez, dificulta que sejam compartilhados em prol do avanço tecnológico. A partir de uma pesquisa qualitativa com especialistas de áreas estratégicas, foi proposta a criação de um Programa de Gestão de Dados Sensíveis (PGDS) com o objetivo de viabilizar o compartilhamento seguro desses dados. Os resultados indicam que a maioria dos respondentes considera positiva a existência do PGDS para o tratamento, controle e disponibilização de dados sensíveis anonimizados. Dessa forma, o estudo conclui que a implementação do PGDS tem o potencial de fomentar a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico no campo da defesa cibernética, preservando a proteção dos dados sensíveis.
A sociedade moderna está em constante transformação, num ambiente complexo e incerto. O Exército Brasileiro (EB), ciente dos desafios futuros, elaborou o Conceito Operacional do Exército Brasileiro (COEB) – Operações de Convergência 2040 (EB20-MF-07.101), focado em operações conjuntas, combinadas e interagências. A liderança de qualidade é essencial para o EB enfrentar esses desafios. Líderes estratégicos devem ser pensadores de alto nível, combatentes, conhecedores de estratégia e política, com compreensão das dimensões humana, física e informacional, capazes de antecipar o futuro papel da instituição. Neste artigo investigou-se as principais competências do líder estratégico no contexto do COEB 2040, consultando autoridades militares experientes. Essas consultas ajudaram a identificar competências primordiais para que líderes militares do futuro respondam de maneira decisiva aos desafios estratégicos emergentes.
Diante do crescente acirramento da disputa sino-estadunidense pelo protagonismo no sistema internacional, este texto analisa o poderio de duas destacadas potências da atualidade segundo o modelo concebido por Ray Cline. A pesquisa visa delinear um possível cenário final da rivalidade por meio do emprego do modelo comparativo-dedutivo, com viés qualitativo e quantitativo. Diante de dados objetivos, utilizam-se análises subjetivas para dedução da realidade hodierna e de cenário futuro, reaplicando dados numéricos ao modelo da equação ajustado. Para isso, emprega-se a fórmula do poder perceptível, com as devidas modificações, esquivando-se do anacronismo. A pesquisa está embasada em fontes bibliográficas sobre a teoria do poder, na equação de Cline e em dados estatísticos coletados na hemerografia. A conclusão exposta é pela relativa vantagem estadunidense, especialmente diante do padrão de governança chinês, que dificulta o atendimento das aspirações sociais por parte do Estado e prejudica a percepção de que a China venha a ser uma potência hegemônica.
Este artigo visa entender o modelo de governança do Exército Brasileiro (EB), abordando a complexidade e a polissemia da governança, revelando a importância de se estabelecerem definições claras para orientar as práticas organizacionais. Examina a evolução dos paradigmas da Administração Pública e as reformas administrativas no Brasil, desde o patrimonialismo ao pós-New Public Management (pós-NPM), e como eles coexistem na gestão pública atual. Analisa as diretrizes de governança do Governo Federal e do EB, notando a influência de organizações internacionais como o World Bank e a OECD, que enfatizam a separação entre governança e gestão e promovem uma governança focada no controle em vez de cooperação, alinhada ao paradigma gerencial. O estudo inova ao focar na governança em Defesa Nacional, ampliando o entendimento sobre os sentidos e usos do termo no Brasil e sugerindo futuras pesquisas sobre a estrutura de governança no Exército.
Este artigo analisa o potencial do patrimônio imobiliário histórico-cultural do Exército Brasileiro como ferramenta de comunicação estratégica. A pesquisa, de natureza qualitativa e exploratória, baseou-se na metodologia de Cellard e em análise documental de normativos oficiais, como o Livro Branco de Defesa Nacional, a Política Nacional de Defesa, a Estratégia Nacional de Defesa, todos de 2020, e a Política de Comunicação Estratégica do Exército, de 2024, além de uma revisão bibliográfica. Foram discutidos os fundamentos conceituais da comunicação estratégica e do patrimônio cultural, além de experiências internacionais (Estados Unidos, Paquistão, Coreia do Sul e Turquia). O estudo conclui que o patrimônio militar brasileiro pode ser explorado em projetos-piloto audiovisuais, integrando preservação cultural e inovação comunicacional. Essa estratégia pode ampliar a aproximação entre Defesa e sociedade, reforçando a legitimidade institucional e fomentando o debate democrático sobre identidade nacional e memória coletiva.
This study aims to analyze the effects of military submarine activities on sleep quality. A systematic review based on a search carried out on the PubMed, Cochrane, Web of Science, LILACS, SCOPUS, and Embase databases in October 2023 (updated in July 2025) following the PRISMA 2020 guidelines. The descriptors “submariners” and “sleep” (found on MeSH and DeCS) and their synonyms were used. Studies that sampled submariners were included, the results of which indicated sleep quality, medical and laboratory tests, and self-reported questionnaires. In total, 198 articles were retrieved from the databases, of these, six studies were included in this review. Several sleep assessment instruments were found, such as questionnaires, laboratory analyses of salivary melatonin and cortisol, and wrist actigraphy data. Submarine activities affect sailors’ total sleep time and self-reported sleep quality. The operational shift work on submarines negatively affects sailors’ quality of sleep.
Este artigo tem como objetivo analisar de que maneira o conceito de alteridade, desenvolvido por Emmanuel Levinas, pode subsidiar uma reflexão crítica acerca dos discursos e práticas que estruturam a formação acadêmica militar, com especial atenção aos efeitos éticos decorrentes da padronização das subjetividades e da negação da diferença no processo formativo. A proposta filosófica de Levinas caracteriza-se por uma crítica à ontologia ocidental, a qual, ao privilegiar a totalidade e a identidade do ser, marginaliza a alteridade e impossibilita o reconhecimento do outro enquanto outro. Para o autor, o sujeito que escapa à lógica do “eu” é comumente capturado por categorias totalizantes, nas quais a diferença é anulada em nome da unidade conceitual. No contexto da formação militar, observa-se uma tendência à homogeneização de condutas e comportamentos, orientada por discursos que visam suprimir as singularidades individuais em prol da eficácia coletiva. Essa supressão, à luz da filosofia levinasiana, configura uma forma de violência filosófica, pois desconsidera a dimensão ética fundamental da relação com o outro. A metodologia adotada neste artigo organiza-se em quatro etapas interdependentes: 1) exposição da crítica de Levinas à ontologia ocidental, responsável pela redução conceitual dos entes e da própria alteridade; 2) exame dos conceitos de alteridade, desejo e infinito como fundamentos da subjetividade ética; 3) discussão da categoria do rosto como expressão da diferença e instância que convoca o sujeito à responsabilidade pelo outro; e 4) análise crítica dos discursos formativos no meio militar à luz da ética levinasiana, com ênfase na forma como esses discursos desautorizam a alteridade e inibem o reconhecimento da responsabilidade para com o outro.
O artigo aborda as três principais correntes teóricas das Relações Internacionais chinesas: a Tianxia, a Teoria Relacional das Relações Internacionais e o Realismo Moral. O objetivo é apresentar tais correntes, discutir suas especificidades, seus principais elementos ideacionais, verificar seus pontos de contato com as teorias ocidentais e levantar as eventuais contribuições para o campo de estudos. Isso será feito mediante uma revisão de literatura das obras dos três principais autores: Zhao Tingyang, Qin Yaqing e Yan Xuetong, além da análise da discussão acerca do tema já feita por pesquisadores.