
Este comentario analiza la resolución del Amparo en Revisión 452/2024 de la SCJN, sobre la transferencia interinstitucional de pacientes con VIH/SIDA. La Corte, si bien ordenó la creación de un protocolo claro con estos fines, rechazó la alegación del recurrente sobre discriminación indirecta, con el argumento de ser inoperante, relativo a una vivencia personal y basada en un caso hipotético. Se critica la posición de la Suprema Corte por ser formalista y no considerar la naturaleza de la discriminación indirecta, difícil de probar en tanto parte de una norma aparentemente neutral, pero que conlleva efectos desproporcionados sobre una persona o colectivo vulnerable, sin una razón objetiva que la sustente. Así, propone nuevos motivos por los que la Corte tenía la obligación de realizar un test de escrutinio estricto sobre la constitucionalidad de la norma, así como su posibilidad de inaplicación en el caso concreto.
O artigo analisa a exploração e a precarização do trabalho no contexto do capitalismo de plataformas digitais e seus impactos na saúde dos trabalhadores. Sob perspectiva crítica dos direitos humanos, examina-se a reconfiguração das relações laborais, caracterizada pela expansão do trabalho mediado por aplicativos, pela formação do precariado digital e pela falsa autonomia diante do controle algorítmico. Discute-se como a gestão automatizada, a vigilância constante, a instabilidade remuneratória e a intensificação produtiva contribuem para a supressão de direitos sociais e para o adoecimento físico e psíquico. Problematiza-se a relação entre algoritmo, exploração laboral e riscos à saúde do trabalhador. Utiliza-se o método hipotético-dedutivo, com abordagem qualitativa, revisão bibliográfica e análise de normas nacionais e internacionais sobre trabalho digno, proteção social e direito à saúde laboral.
Este comentario analiza la Acción de Inconstitucionalidad 147/2024, resolución de la Suprema Corte de México que invalidó la definición de persona con discapacidad de la Ley para las Personas con Discapacidad de la entidad federativa de Guerrero por ser incompatible con el modelo social de discapacidad. Aunque la decisión de fondo es consistente con estándares de derecho internacional de los derechos humanos, la sentencia abandonó el estudio oficioso del derecho a la consulta de las personas con discapacidad. El texto sostiene que esta modificación genera una tensión entre evitar la invalidez automática de normas aparentemente protectoras y preservar el carácter obligatorio del derecho a la consulta. Frente a ello, propone el empleo del test de proporcionalidad como herramienta remedial: ni invalidez automática ni conservación acrítica de normas no consultadas.
Discussões de saúde e, consequentemente, bioéticas se fazem cada vez mais presentes na esfera jurídica, seja para sua resolução e quanto efetividade de direitos, seja em julgamentos de direitos violados. Nesse sentido, tem-se que de extrema pertinência a análise, ainda que sumária, dos direitos fundamentais constitucionalmente assegurados aos cidadãos enquanto pacientes e, da mesma forma, que se caracterizam como dados sensíveis sob a ótica da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Parte-se da premissa de que, embora a tecnologia possa ampliar a eficiência e a sistematização do trabalho pericial, sua utilização não afasta a centralidade do médico perito, nem autoriza a delegação do juízo técnico conclusivo a sistemas algorítmicos. A pesquisa aborda direitos fundamentais, bioética e proteção de dados, com especial atenção à disciplina introduzida pela Resolução CFM nº 2.454/2026, que reconhece a IA como ferramenta de apoio e reafirma o dever de julgamento crítico do médico, a proteção da confidencialidade, a informação ao paciente em hipóteses relevantes e a responsabilidade profissional pelas decisões adotadas com auxílio tecnológico. Concluie que a IA pode contribuir legitimamente para a perícia médica, desde que empregada de forma acessória, proporcional e eticamente controlada, com preservação da autonomia técnica e imparcial do perito, do sigilo dos dados sensíveis e da dignidade da pessoa humana.
Este estudio constituye un análisis doctrinal y jurisprudencial pormenorizado sobre la gestación por sustitución en España, centrándose en el comentario de la STS 1262/2025, de 25 de marzo. Su carácter es analítico-crítico, pues examina la evolución de la normativa y la prolongada tensión entre los criterios de la administración y los tribunales respecto al orden público, la dignidad humana y los derechos fundamentales.