Thousands of species are at risk of extinction and frequently, one lost species can lead to the loss of other co-dependent ones. Known as coextinction, this is a common but neglected form of biodiversity loss, affecting highly species-specific organisms, like parasites. One example of such specificity is the Streblidae and Nycteribiidae ectoparasitic flies and their obligate bat hosts. Here, we investigated the risk of coextinction among 106 fly and 182 bat species in Brazil, using network analysis to visualize the modularity, nestedness, and connectivity between them. Only 1/3 of the bat species had documented interactions, but 33% of the bats and 64% of the flies had species-specific links. Hosts had a higher degree of centrality (7.5) than parasites (5.0). The interaction network formed 33 distinct modules, with two to 24 species each. The average modularity (0.89) indicated a strong connection between the module nodes, but the network's structure is primarily driven by modularity and degree constraints rather than a distinct nested hierarchy. Within the modules, bats presented higher centrality values (0.25-0.75) than flies (0.25-0.5), indicating their importance in the network. Simulations of up to 100 extinction events indicated that the loss of more connected bat species would lead to a faster collapse of the network compared to null models. Four fly species are at risk of coextinction because their host species are close to or are currently threatened. In some cases, the potential extinction of a single bat species would cause five fly coextinctions. We highlight that coextinctions must be correctly considered and ignoring this would result in incorrect estimates of extinction rates and biodiversity losses. Milhares de esp & eacute;cies est & atilde;o em risco de extin & ccedil;& atilde;o e, frequentemente, a perda de uma esp & eacute;cie pode levar & agrave; perda de outras esp & eacute;cies codependentes. Conhecida como coextin & ccedil;& atilde;o, essa & eacute; uma forma comum, por & eacute;m negligenciada, de perda de biodiversidade, que afeta organismos altamente espec & iacute;ficos, como os parasitas. Um exemplo dessa especificidade s & atilde;o as moscas ectoparasitas das fam & iacute;lias Streblidae e Nycteribiidae e seus hospedeiros obrigat & oacute;rios, os morcegos. Neste estudo, investigamos o risco de coextin & ccedil;& atilde;o entre 106 esp & eacute;cies de moscas e 182 esp & eacute;cies de morcegos no Brasil, utilizando an & aacute;lise de redes para visualizar a modularidade, o aninhamento e a conectividade entre elas. Apenas 1/3 das esp & eacute;cies de morcegos apresentaram intera & ccedil;& otilde;es documentadas, mas 33% dos morcegos e 64% das moscas apresentaram liga & ccedil;& otilde;es esp & eacute;cie-espec & iacute;ficas. Os hospedeiros apresentaram maior grau de centralidade (7.5) do que os parasitas (5.0). A rede de intera & ccedil;& atilde;o formou 33 m & oacute;dulos distintos, com duas a 24 esp & eacute;cies cada. A modularidade m & eacute;dia (0.89) indicou uma forte conex & atilde;o entre os n & oacute;s dos m & oacute;dulos, mas a estrutura da rede & eacute; estruturada principalmente por restri & ccedil;& otilde;es de modularidade e grau, em vez de uma hierarquia aninhada distinta. Dentro dos m & oacute;dulos, os morcegos apresentaram valores de centralidade mais altos (0.25-0.75) do que as moscas (0.25-0.5), indicando sua import & acirc;ncia na rede. Simula & ccedil;& otilde;es de at & eacute; 100 eventos de extin & ccedil;& atilde;o indicaram que a perda de mais esp & eacute;cies de morcegos conectadas levaria a um colapso mais r & aacute;pido da rede em compara & ccedil;& atilde;o com modelos nulos. Quatro esp & eacute;cies de moscas est & atilde;o em risco de coextin & ccedil;& atilde;o porque suas esp & eacute;cies hospedeiras est & atilde;o em risco pr & oacute;ximo ou atualmente amea & ccedil;adas. Em alguns casos, a potencial extin & ccedil;& atilde;o de uma & uacute;nica esp & eacute;cie de morcego causaria a coextin & ccedil;& atilde;o de cinco esp & eacute;cies de moscas. Destacamos que as coextin & ccedil;& otilde;es devem ser consideradas corretamente e ignor & aacute;-las resultaria em estimativas incorretas das taxas de extin & ccedil;& atilde;o e perdas de biodiversidade.
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