This study aimed to assess the impact of training based on the Humanitude Care Methodology in higher education, analyzing its influence on students’ perceptions of the humanization of care. The research followed a qualitative approach through an exploratory case study involving 12 students selected by convenience sampling. Data were collected using a structured questionnaire addressing prior knowledge of the methodology, perceptions of its applicability, and its impact on professional practice. The results indicated increased awareness of the importance of humanization in care and highlighted the relevance of integrating this approach into higher education curricula. It is concluded that this methodology has the potential to transform care practices, and the expansion of training opportunities and further research into its long-term effects are recommended.
The prevalence of depression and anxiety symptoms in children and adolescents has been increasing, influenced by multiple risk factors that negatively impact mental health and well-being. This study aimed to evaluate the psychometric properties of the Depression, Anxiety, and Stress Scale (DASS) in children aged 9 and older and to examine the relationship between its dimensions, well-being, and psychological symptoms in Portuguese children. The sample included 618 participants (50.2% male), aged 9 to 18 years (M = 12.2; SD = 2.88). Results showed that the Portuguese DASS has good psychometric properties, with a stable and comparable structure across gender and age groups. Well-being (WHO-5) was negatively associated with anxiety, depression, and stress, indicating that higher psychological distress corresponds to lower perceived well-being. This study validates the use of the DASS in younger populations, providing a reliable tool for research and clinical practice in Portugal. Early detection of symptoms is essential to prevent academic, social, and long-term mental health consequences.
A violência laboral tem se consolidado como um grave problema nos serviços de saúde, refletindo não apenas falhas organizacionais, mas também fatores psicossociais que comprometem o bem-estar e a segurança dos trabalhadores. O ambiente hospitalar, especialmente nas unidades de urgência e emergência, expõe profissionais a situações de estresse constante, sobrecarga física e emocional. Nesse contexto, compreender a relação entre os fatores psicossociais e os episódios de violência torna-se essencial para a formulação de estratégias eficazes de prevenção e gestão de riscos. O presente estudo tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão integrativa, a influência dos fatores psicossociais na ocorrência da violência laboral em serviços de saúde, identificando seus tipos, causas e consequências, bem como as medidas de gestão capazes de mitigar tais eventos. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, conduzida nas bases SciELO, LILACS, PubMed e PePSIC, entre 2015 e 2024, utilizando os descritores “fatores psicossociais”, “violência no trabalho”, “bem-estar no trabalho” e “saúde ocupacional”, combinados por operadores booleanos. A busca seguiu a estrutura PICo (População: profissionais de saúde; Interesse: fatores psicossociais e violência; Contexto: serviços públicos de saúde). Foram incluídos artigos revisados por pares e com relevância temática. Os resultados evidenciam que o sofrimento psíquico, a desvalorização profissional e a ausência de gestão participativa aumentam a vulnerabilidade à violência e reduzem o bem-estar no trabalho. Conclui-se que a integração entre políticas públicas voltadas à melhoria das condições estruturais dos serviços de saúde e a aplicação dos instrumentos de gestão de riscos da Engenharia de Segurança do Trabalho, aliada à implementação das diretrizes das Normas Regulamentadoras nº 01 e nº 17, bem como das normas internacionais ISO 45001 e ISO 45003, constitui um caminho promissor para a promoção de ambientes laborais mais seguros, saudáveis e psicologicamente sustentáveis.
Esta pesquisa investiga os aminoácidos apolares alanina, prolina, valina e leucina, analisando suas interações com nanotubos de carbono, por meio de simulações computacionais, com o objetivo de melhorar seu transporte intracelular. Os aminoácidos são essenciais na constituição das proteínas e em funções fisiológicas como desenvolvimento muscular e regulação do humor, com alguns sendo essenciais e obtidos via alimentação. A pesquisa destaca os apolares devido à sua interação eficiente com nanotubos de carbono, facilitando o transporte intracelular. Dividido em duas etapas, inicialmente, as simulações computacionais investigam a estrutura dos aminoácidos; em seguida, explora-se o uso de nanotubos de carbono como veículos de transporte, utilizando o C60 para analisar a adsorção dessas moléculas. O objetivo final é desenvolver métodos eficazes para o transporte intracelular dos aminoácidos, oferecendo novas perspectivas para terapias médicas e avanços na farmacologia. A análise mostrou que os aminoácidos possuem propriedades elétricas semelhantes e sensibilidade aos métodos de análise, com mudanças geométricas impactantes e padrões consistentes revelados por análises vibracionais e orbitais. Além disso, a curva potencial indicou uma interação forte entre a leucina e o fulereno C60, sugerindo uma maior afinidade de adsorção e estabilidade nessa combinação, juntamente com o potencial quântico que propôs o mesmo resultado.
No Brasil e no mundo, o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) afeta milhões de pessoas, exigindo maior compreensão e suporte adequado. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMAS), estima-se que aproximadamente uma em cada 160 crianças em todo o mundo possui transtorno do espectro autista (TEA). Além disso, ressalta-se que o TEA pode ter um impacto significativo na capacidade de um indivíduo de realizar atividades diárias e participar da sociedade, afetando suas conquistas educacionais, sociais e oportunidades de emprego. Desta forma, este artigo tem por objetivo discutir a importância dessas mudanças na compreensão e no diagnóstico do TEA, evitando confusões e inconsistências. Serão exploradas as características do autismo, a identificação precoce de sinais de alerta e a avaliação do desenvolvimento, destacando a importância da intervenção precoce e do suporte adequado. Também serão mencionadas as comorbidades frequentemente associadas ao TEA e os diferentes níveis de gravidade que podem ser atribuídos com base nas necessidades de suporte. O artigo baseia-se em uma pesquisa bibliográfica qualitativa e exploratória, com fontes consultadas provenientes de plataformas nacionais e internacionais em língua portuguesa. Conclui-se que o TEA é um transtorno complexo e heterogêneo do neurodesenvolvimento, com dificuldades na comunicação, interação social e comportamentos repetitivos. A identificação precoce e intervenções eficazes são importantes. A avaliação baseia-se em critérios clínicos, e a gravidade é avaliada em três níveis. Cada indivíduo é único, portanto generalizações não se aplicam.