O presente estudo realizou uma análise da realidade política brasileira, com base em dados extraídos do site do Tribunal Superior Eleitoral, considerando o número total de cidadãs brasileiras e a proporção das que alcançam cargos eletivos. A análise se desenvolveu sob uma perspectiva inspirada pelo live action Barbie, explorando uma hipótese fictícia na qual o Mundo Real seria semelhante a Barbieland, onde as mulheres ocupam diversos papéis na sociedade, inclusive os mais altos postos políticos. No entanto, observa-se que, na realidade brasileira, a situação é inversa: embora as mulheres constituam a maioria do eleitorado, ocupam menos de 20% das cadeiras políticas. O objetivo deste artigo é examinar as disparidades históricas e contemporâneas na sociedade, compreender os fatores que contribuem para a sub-representação feminina nos órgãos de poder eletivo e identificar os obstáculos e lacunas que dificultam a participação política das mulheres.
A pesquisa se apresenta como um problema real, com o objetivo de traçar metas para as políticas públicas de saneamento básico, para atingir a universalização conforme o Marco Regulatório (Lei nº 14.026/2020) que prevê o acesso ao abastecimento de águia e esgotamento sanitário, até 2.033, com metas de 99% e 90% respectivamente. Ao passo que a pesquisa foi realizada com base metodológica bibliográfica e exploratória, baseadas em dados e evidências fundamentadas em contratos, legislação e boas práticas regulatórias, teve por base a análise das metas e gestão dos resultados em saneamento, de 68 dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, em que se tinham acessos às bases de dados do SINISA e informações comparáveis e tempestivas. A análise dos indicadores considerou alarmantes os índices de perdas na distribuição, nas Regiões do Pantanal/Paraguai, cenários de escassez hídrica, e as ocorrências de poluição hídrica, decorrentes dos esgotos urbanos e usos de fertilizantes e insumos nas culturas agrícolas. Através da regulação dos recursos hídricos e do saneamento básico, a avaliação das políticas públicas, o conjunto das ações e planos, a análise de resultados e as metas pactuadas, espera-se estabelecer indicadores chave de avaliação da performance sobre os serviços de saneamento básico, são capazes de integrar mecanismos de eficiência e avaliação contínua sobre as políticas públicas e os direitos humanos e sociais dos cidadãos e quiçá, viver em um meio-ambiente seguro e adequado.
O presente trabalho teve como objetivo analisar o impacto psicossocial do tratamento ortodôntico, enfatizando suas influências sobre a autoestima, a percepção estética e as relações sociais dos pacientes. A pesquisa, de natureza qualitativa e caráter bibliográfico, baseou-se em estudos publicados entre 2018 e 2025 em bases científicas como SciELO, PubMed e BVS. Os resultados evidenciaram que a má oclusão interfere negativamente na qualidade de vida relacionada à saúde bucal, afetando o bem-estar emocional e social de adolescentes e adultos. Constatou-se que o tratamento ortodôntico promove melhora significativa na autopercepção, na autoconfiança e na integração social, funcionando como instrumento de reabilitação psicossocial. Além disso, identificou-se a importância de uma abordagem interdisciplinar e humanizada, que envolva aspectos preventivos, educativos e terapêuticos, visando resultados clínicos e subjetivos mais satisfatórios. Conclui-se que a ortodontia contemporânea deve ser compreendida como prática de saúde integral, capaz de unir estética, função e equilíbrio emocional na promoção da qualidade de vida.
Nas últimas décadas, o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados tem contribuído para o crescimento das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil. Em 2022, novas normas de rotulagem nutricional foram implementadas com o objetivo de facilitar a escolha alimentar mais saudável por parte dos consumidores, destacando-se o símbolo de advertência em forma de “lupa”. Este estudo quantitativo, realizado por meio de questionário online, avaliou o conhecimento da população sobre o novo modelo de rotulagem e sua influência na decisão de compra. Foi possível observar que a maioria dos participantes possui bom nível de escolaridade e demonstra hábito de leitura dos rótulos, porém ainda há dificuldades na interpretação das informações nutricionais, especialmente relacionadas a termos técnicos e compreensão dos nutrientes. Aproximadamente 45% relataram evitar produtos com o símbolo de advertência, indicando impacto positivo da rotulagem frontal. Os resultados reforçam a importância da rotulagem como ferramenta educativa e a necessidade de estratégias contínuas de educação nutricional para ampliar o entendimento e promover escolhas alimentares conscientes, contribuindo para a saúde pública.
A pesquisa se apresenta como um problema real, relacionado a implantação dos benefícios previstos na Lei Federal nº 14.848/2024, com a garantia do acesso à justiça e aos direitos fundamentais, visando identificar os problemas relevantes que impactam na concessão dos benefícios da tarifa social, como mecanismos alternativos de soluções sustentáveis, mediante diálogos entre os ordenamentos jurídicos, com uso e aplicação da inteligência artificial (IA) como meios de assegurar o acesso aos direitos fundamentais. A metodologia é do tipo bibliográfica e exploratória. Pela presente pesquisa, espera-se garantir o acesso ao direito, pelos cidadãos, reduzir a vulnerabilidade social, ampliar o acesso ao direito fundamental de se viver em um meio-ambiente seguro e sustentável e de assegurar a dignidade humana por mecanismos alternativos de soluções sustentáveis, como a regulação e a governança dos dados. garantindo a justiça social, o reequilíbrio econômico-financeiro e os diálogos entre os ordenamentos jurídicos, condições para o acesso aos direitos pelos cidadãos. Os cidadãos vulneráveis e em situação de extrema pobreza terão acesso à justiça e aos direitos fundamentais, o projeto se relaciona com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, contribuindo para a erradicação da pobreza (ODS01), promovendo saúde e bem-estar (ODS3), garantindo disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos (ODS6), construindo uma infraestrutura de rede resiliente, promovendo a industrialização inclusiva e sustentável, e fomentando a inovação (ODS9), reduzindo as desigualdades (ODS10) e tornando as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis (ODS11).