Lithium is the most commonly used medicine to treat bipolar disorder (BD). It is considered a mood regulator, and the mechanisms underlying this effect still need to be elucidated. Some modulations are involved in neuroprotection, including neuronal communication, neuron differentiation and survival, synaptic modulation and plasticity, modulation of cognition, contribution to antioxidant defense, and reduction of inflammation, glial dysfunction, and apoptosis. In general, about 50
Root growth is one of the main strategies to improve phosphorus (P) uptake from soils, but both root growth and P movement to the roots are impaired by soil water shortage. Several studies have evaluated the effect of P availability on root growth, as well as the impact of root growth on drought tolerance, but there is still a lack of unity in this knowledge. Thus, the objective of this review article is to identify the primary P management strategies that can enhance root growth and P acquisition in crops during dry spells. This review synthesizes studies published from 1963 to 2025, with emphasis on field-based experiments conducted under rainfed or water-limited conditions. For this purpose, articles carried out in different parts of the world were reviewed. Based on these studies, we found that the main challenge to improving P acquisition by plants under water stress is to enhance P availability in the soil subsurface, which remains wetter for a longer period. Broadcast application of P has been a problem mainly in rainfed and water-restricted environments, and application of P in the sowing furrow is recommended in these environments. The use of cover crops, crop-livestock integration, crop rotation, liming, adjustment of optimum pH, and increase of C and humic substances in the soil are important techniques to improve the availability and mobility of P in the soil and consequently the root growth and P uptake in depth. Plants and cultivars with larger root systems and especially long and dense root hairs can improve drought tolerance and PUE. Growth-promoting microorganisms can help in drought tolerance through better hormonal balance and root growth, but there is still a need for new knowledge associated with P solubilization under field conditions. Future research should seek to evaluate the interactive effects of the use of microorganisms, root growth, and drought tolerance with field studies in different production systems.
BACKGROUND:The role of statins in cirrhosis remains controversial. Historically restricted due to safety concerns, emerging evidence highlights potential pleiotropic benefits, though effects on mortality and decompensation remain uncertain. AIMS:To evaluate the effects of statin therapy on all-cause mortality, hepatic decompensation, hepatic venous pressure gradient (HVPG), and hepatocellular carcinoma (HCC) in cirrhosis. METHODS:We systematically searched major databases until July 2025 for randomised controlled trials (RCTs) and observational studies comparing statin therapy versus non-use in cirrhosis. Random-effects meta-analyses were performed. RESULTS:The meta-analysis included 25 studies (9 RCTs, 16 observational) with 81,992 patients. Statins reduced all-cause mortality in the overall analysis (unadjusted odds ratio 0.59; 95% CI: 0.48-0.71) and in RCTs (odds ratio 0.45; 95% CI 0.25-0.82), supported by a significant HVPG reduction. Conversely, statins reduced hepatic decompensation in the overall analysis (unadjusted odds ratio 0.56; 95% CI: 0.47-0.66) but not in RCTs (odds ratio 0.75; 95% CI: 0.52-1.09). Observational data indicated a protective association for HCC (adjusted hazard ratio 0.61; 95% CI: 0.46-0.82), and no RCT reported this outcome. CONCLUSIONS:Statin therapy is associated with improved survival in cirrhosis, supported mechanistically by reductions in portal pressure. Observational evidence suggests benefits for decompensation and HCC, though these remain uncertain due to residual confounding. Large-scale, long-term RCTs are needed to clarify the role of statins as disease-modifying therapy in cirrhosis.
A síndrome cardiovascular-rim-metabólica constitui um conceito recente e relevante na clínica médica, ao integrar, em um mesmo modelo fisiopatológico e assistencial, obesidade, diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial, doença renal crônica e risco cardiovascular aumentado. Essas condições compartilham mecanismos comuns, como resistência insulínica, inflamação crônica, disfunção endotelial, ativação neuro-hormonal e lesão progressiva de órgãos-alvo, o que justifica uma abordagem clínica integrada e preventiva. O presente estudo teve como objetivo analisar a síndrome cardiovascular-rim-metabólica como modelo integrado de avaliação clínica, prevenção e manejo de pacientes com obesidade, diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial, doença renal crônica e risco cardiovascular aumentado. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada por meio de buscas nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO, Google Acadêmico, periódicos internacionais indexados e documentos oficiais de sociedades científicas, com seleção final de 20 referências consideradas relevantes para a fundamentação teórica e discussão crítica do tema. A análise contemplou estudos e diretrizes sobre definição, estadiamento, epidemiologia, fisiopatologia, rastreamento, estratificação de risco, prevenção e terapias cardiorrenometabólicas atuais, incluindo mudanças no estilo de vida, inibidores de SGLT2, agonistas do receptor de GLP-1 e finerenona. Os achados demonstram que a síndrome apresenta elevada prevalência populacional, forte impacto prognóstico e utilidade clínica para identificar precocemente indivíduos em risco, orientar intervenções preventivas e selecionar terapias com benefícios cardiovasculares, renais e metabólicos. Conclui-se que a síndrome cardiovascular-rim-metabólica representa uma ferramenta útil para reorganizar o cuidado clínico, reduzindo a fragmentação assistencial e favorecendo decisões terapêuticas mais precoces, individualizadas e baseadas no risco global do paciente.
O câncer de pele ocupa o primeiro lugar entre as doenças oncológicas no Brasil. O mais raro, porém mais agressivo e letal, é o melanoma. Os casos são subdiagnosticados por múltiplas razões: desconhecimento, imprecisão diagnóstica e carência de políticas públicas efetivas. A exposição à radiação ultravioleta se destaca como um importante fator de risco, sendo, porém, sensível a estratégias de saúde coletiva. O presente estudo analisou a distribuição dos casos de melanoma e carcinomas cutâneos no estado de São Paulo, considerando fatores socioeconômicos, epidemiológicos e ambientais. Foram utilizados dados do IBGE e DATASUS (2013-2022) para mapear 15 mesorregiões de São Paulo, aplicando métodos de geoprocessamento para detectar padrões espaciais. Observou-se que a distribuição dos casos não se correlaciona significativamente com indicadores como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), Produto Interno Bruto (PIB) per capita ou taxa de alfabetização. As áreas com maior incidência de neoplasias foram as mesorregiões de São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Bauru, com flutuações ao longo do tempo. Conclui-se que, apesar da distribuição espacial heterogênea, as variações socioeconômicas não são determinantes significativos, sendo essencial implementar medidas preventivas de proteção solar acessíveis para a população exposta.