RESUMO Este artigo investiga a relação entre arte e ativismo feminista no início do século XX por meio das trajetórias de Regina Veiga (Brasil) e Laura Rodig (Chile), participantes dos movimentos sufragistas. Busca-se compreender a produção iconográfica sufragista do período, suas características, dimensões políticas e posição nas artes, analisando como essas artistas conciliavam sua carreira e militância. Com o apoio de conceitos de Howard Becker, Pierre Bourdieu, Aracy Amaral e Griselda Pollock, conclui-se que o engajamento político não rompeu a autonomia artística, mas exigiu mediação; a iconografia feminista envolveu ampla rede de ativistas, buscando criar uma identidade visual que persuadisse o público dos ideais emancipacionistas.
O artigo sintetiza duas dissertações sobre Tom Zé defendidas no Programa de Pós-Graduação em Culturas e Identidades Brasileiras do IEB/USP: Três ensaios sobre a Tropicália de Tom Zé: da “Era dos Festivais” à “Era dos Editais”, de autoria de Patrícia Anette Schroeder Gonçalves; e “Batiza esse neném”: mercado, MPB, samba e processo social em Estudando o samba, de Tom Zé, de autoria de Leilor Miranda Soares. Nas duas sínteses, são discutidas questões como a relação de Tom Zé com a Tropicália, alguns de seus recursos composicionais e performáticos e o lugar que o artista ocupou, ao longo do tempo, no mercado hegemônico.
«Como sabe cualquier directivo, incluso en las más avanzadas programaciones realizadas con ordenador, apenas existe un proyecto de grandes dimensiones que llegue a cumplirse de acuerdo con lo previsto. Los materiales se entregan tarde o no responden a las exigencias previstas. Los recursos humanos especiales no están dispuestos cuando son necesarios. El equipo falla. Y sobre estos puntos, gran parte del sistema de dirección no tarda en venirse abajo. Acostumbrado el director a actuar fundamentalmente de supervisor, manejando muchos hilos al mismo tiempo, está en la cúspide del proyecto, demasiado alejado del problema para ver los puntos de peligro. Por debajo de él están los especialistas, insertos en sus propias partes del sistema e incapaces de ver más allá de su personal y estrecho punto de vista». Con esta breve explicación, Killian aboga por el establecimiento de departamentos de proyectos como único medio eficaz para solucionar favorablemente los fallos, que se producen en todos los sistemas actuales de departamentalización a todos los niveles y en cualquier tipo de empresa humana. En el momento en que un centro escolar se hace excesivamente complejo la necesidad de elementos integradores aparece evidente. Aquí está el punto de partida de los departamentos de proyectos.
Este artigo se propõe a compreender a importância do contexto para uma ação evangelizadora condizente com os apelos do Evangelho de Jesus Cristo. Por isso, as questões que orientam esta reflexão são: como a leitura/compreensão do contexto e da vida é determinante para pensar a evangelização inserida em uma realidade diversa, plural e complexa como na atualidade? E qual é a singularidade de se postular uma práxis pastoral “pensada”, amparada em planejamentos e planos pastorais? Para responder estas questões, a presente pesquisa de cunho teórico-bibliográfico se alicerça na Metodologia Histórico-Evangelizadora. Postulamos que uma pastoral refletida, pensada a partir da realidade onde a vida acontece, sensível à presença de Deus na história, é capaz de ser eficaz, libertadora e humanizadora, sinal e expressão do Reino de Deus. Para dar conta desse intento, buscar-se-á traçar este texto em quatro eixos: iniciando com a retomada da natureza missionária da Igreja; em seguida, investigando a metodologia histórico-evangelizadora como uma espiritualidade; depois, retomando a vida e a realidade como pontos de partida da evangelização; e, por fim, destacando como se articulam e se implicam na ação pastoral o contexto, a realidade e os processos de planos e planejamentos, que oportunizam pensar a pastoral a partir da opção pelas pessoas e não pelas coisas.
Argentine writer Jorge Luis Borges (1899-1986) launched, in 1970, a collection of unpublished short stories, collected in El informe de Brodie. Defined since the Prologue as “direct and realistic” reports, they are distinguished from the “baroque and labyrinthine” ones of his previous short story collections (Ficciones [1944] and El Aleph [1949]) due to their local subject matter. The objective of this article is to analyze the role of the narrator in the short stories that review the writer’s work and some aesthetic and political-cultural positions of the past, while attempting to recover a voice that has been lost. Borges uses informant narrators and secondhand stories to fictionally elaborate stories that try to rescue this voice through second narrators who often clash with themselves or their sources.