The Federal Emergency Management Agency (FEMA) is an agency of the United States Department of Homeland Security (DHS), initially created under President Jimmy Carter by Presidential Reorganization Plan No. 3 of 1978 and implemented by two Executive Orders on April 1, 1979. The agency's primary purpose is to coordinate the response to a disaster that has occurred in the United States and that overwhelms the resources of local and state authorities. The governor of the state in which the disaster occurs must declare a state of emergency and formally request from the President that FEMA and the federal government respond to the disaster. The only exception to the state's gubernatorial declaration requirement occurs when an emergency or disaster takes place on federal property or to a federal asset—for example, the 1995 bombing of the Alfred P. Murrah Federal Building in Oklahoma City, Oklahoma, or the Space Shuttle Columbia in the 2003 return-flight disaster.While on-the-ground support of disaster recovery efforts is a major part of FEMA's charter, the agency provides state and local governments with experts in specialized fields and funding for rebuilding efforts and relief funds for infrastructure by directing individuals to access low-interest loans, in conjunction with the Small Business Administration. In addition to this, FEMA provides funds for training of response personnel throughout the United States and its territories as part of the agency's preparedness effort.
Revisão narrativa das indicações cirúrgicas atuais na doença de Crohn e na retocolite ulcerativa, com base nas diretrizes da ECCO e da ASCRS e nos principais ensaios clínicos que reposicionam o momento ideal da intervenção cirúrgica, com destaque para o ensaio LIR!C na doença de Crohn ileocecal limitada. Discutem-se também as indicações de colectomia na colite aguda grave e a proctocolectomia restauradora com bolsa ileal. Conclui-se que a decisão cirúrgica na doença inflamatória intestinal permanece dependente de discussão multidisciplinar alinhada ao perfil de risco individual do paciente.
Revisão narrativa sobre os avanços cirúrgicos e o papel da terapia neoadjuvante no tratamento do câncer de pâncreas ressecável e borderline ressecável, contemplando os principais ensaios clínicos randomizados na área, os avanços da cirurgia minimamente invasiva do pâncreas e as particularidades das ressecções vasculares associadas à neoadjuvância. Discutem-se os ensaios PREOPANC e ESPAC5 e a evolução da duodenopancreatectomia robótica. Conclui-se que a integração entre oncologia clínica e cirurgia pancreática de alta complexidade é determinante para a melhora dos desfechos nessa neoplasia de prognóstico historicamente reservado.
This chapter describes the nature of auditing by offices of inspector general (OIGs) as both a complementary and contrasting activity to investigations, described in the previous chapter. Auditing in its three forms, i.e., financial audits, attestation engagements, and performance audits, is described. The professional standards that guide each type of audits are outlined, focusing on independence and objectivity as hallmarks of OIG auditing. Guidance on the needs of an OIG’s audit division is provided along with practical tips to help ensure that auditing is at its most effective. Important elements are supportive leadership, careful hiring, and a system of supervision. Other suggestions include avoiding overly-lengthy audit reports and providing balance by reporting on both the positive and negative activities of the program being audited. Overall, this chapter demonstrates why auditing is critical to an OIG’s pursuit of government accountability and improving government performance.
Revisão narrativa sobre prevenção e conduta na lesão iatrogênica de via biliar durante a colecistectomia, com ênfase na visão crítica de segurança (Critical View of Safety) como método padrão de identificação anatômica, nos fatores preditores de falha na sua obtenção e nos dados recentes de incidência de lesão biliar conforme a via de acesso cirúrgico. Conclui-se que a segurança da colecistectomia depende da disciplina técnica na aplicação dos princípios de identificação anatômica, independentemente da plataforma cirúrgica utilizada.
Este capítulo revisa o manejo atual da doença diverticular complicada, contemplando o tratamento conservador, os critérios de indicação de cirurgia eletiva e a abordagem cirúrgica de urgência na diverticulite perfurada, com base nas diretrizes da AGA, ASCRS e WSES. Discute-se a individualização crescente da indicação cirúrgica eletiva e o momento ideal para sua realização. Conclui-se que a decisão terapêutica deve integrar gravidade clínica, impacto na qualidade de vida e preferências do paciente, com a classificação de gravidade da WSES orientando a conduta na cirurgia de urgência.