Objetivo: Analisar a relação entre características sociodemográficas e clínicas e o declínio da mobilidade física de idosos hospitalizados. Método: Estudo transversal analítico conduzido em enfermarias de um hospital público do Sul do Brasil, com amostra probabilística de 547 idosos, entre março de 2022 e julho de 2023. Aplicou-se questionário com variáveis sociodemográficas, morbidades, fragilidade física, delirium (Confusion Assessment Method) e mobilidade física (Perme Escore). Utilizou-se estatística descritiva e modelos lineares múltiplos para verificar associações entre as variáveis independentes e o Perme Escore, adotando-se significância de 5%. As análises foram realizadas no R 4.2.2. Resultados: O declínio da mobilidade associou-se à idade entre 70 e 80 anos (p=0,007) e >80 anos (p<0,001), viuvez (p=0,005), fragilidade física (p<0,001), demência (p<0,001), delirium (p<0,001), câncer (p=0,041) e esquizofrenia (p=0,045). Conclusão: O declínio da mobilidade relaciona-se ao envelhecimento e a fatores modificáveis, cujo gerenciamento durante a hospitalização pode prevenir ou atenuar a perda funcional em idosos.
Resumo Objetivo Identificar a prevalência de fragilidade em pessoas idosas hospitalizadas com diabetes mellitus a partir de uma síntese das evidências da literatura. Método Uma revisão sistemática foi realizada, na qual realizaram-se buscas nas bases MEDLINE, EMBASE, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Scopus, Scielo e Web of Science, bem como nas listas de referências dos estudos selecionados. Os critérios de inclusão foram: pessoas idosas hospitalizadas, diagnosticadas com diabetes mellitus e condição de fragilidade física, sem recortes temporais. As buscas ocorreram em janeiro de 2025. Seguiram-se as diretrizes estabelecidas pelo Joanna Briggs Institute para a síntese de evidências. Utilizou-se o modelo de metanálise para estimar a prevalência de fragilidade e o modelo de efeitos aleatórios para a síntese dos dados. Resultados Um total de 2.261 artigos foram identificados e, para a metanálise, foram incluídos 12 estudos. Apesar da variabilidade observada nos instrumentos empregados para a avaliação da fragilidade, identificou-se alta prevalência de frágeis (40,4% IC 95%; 23% a 60,5%; I2 =97,7%, r2 =2,2149, p<0,0001) e pré-frágeis (34,8%, 22,3% a 49,8%; I2 =97,7%, r2 =0,6700, p<0,0001) entre as pessoas idosas hospitalizadas com diagnóstico de diabetes. Conclusão Os achados reforçam a importância da avaliação sistemática da fragilidade em pessoas idosas hospitalizadas com diagnóstico de diabetes mellitus, como subsídio para o planejamento terapêutico e a qualificação do cuidado centrado na funcionalidade.
RESUMEN Objetivo: Analizar la relación entre las características sociodemográficas y clínicas y la disminución de la movilidad física de adultos mayores hospitalizados. Método: Se realizó un estudio transversal analítico en salas de internación de un hospital público del sur de Brasil, con una muestra probabilística de 547 adultos mayores, entre marzo de 2022 y julio de 2023. Se aplicó un cuestionario con variables sociodemográficas, morbilidades, fragilidad física, delirio (Confusion Assesment Method) y movilidad física (Perme Score). Se utilizaron estadísticas descriptivas y modelos lineales múltiples para verificar las asociaciones entre las variables independientes y la Escala Perme, adoptando un nivel de significancia del 5%. Los análisis se realizaron con el programa R 4.2.2. Resultados: La disminución de la movilidad se asoció con la edad entre 70 y 80 años (p=0,007) y >80 años (p<0,001), viudez (p=0,005), fragilidad física (p<0,001), demencia (p<0,001), delirio (p< 0,001), cáncer (p=0,041) y esquizofrenia (p=0,045). Conclusión: La disminución de la movilidad está relacionada con el envejecimiento y factores modificables, cuyo manejo durante la hospitalización puede prevenir o mitigar la pérdida funcional en los adultos mayores.
ABSTRACT Objective: To analyze the relationship between sociodemographic/clinical characteristics and physical mobility decline in hospitalized aged individuals. Method: A cross-sectional analytical study conducted between March 2022 and July 2023 with a probability sample comprised by 547 aged individuals at wards from a public hospital in southern Brazil. A questionnaire with sociodemographic variables, morbidities, physical frailty, delirium (Confusion Assessment Method) and physical mobility (Perme Score) was applied. Descriptive statistics and multiple linear models were used to verify associations between the independent variables and the Perme Score, adopting 5% significance. All the analyses were performed in R 4.2.2. Results: Mobility decline was associated with age between 70 and 80 years old (p=0.007) and >80 years old (p<0.001), widowhood (p=0.005), physical frailty (p<0.001), dementia (p<0.001), delirium (p<0.001), cancer (p=0.041) and schizophrenia (p=0.045). Conclusion: Mobility decline is related to aging and to modifiable factors, whose management during hospitalization can prevent or attenuate functional losses in aged individuals.
Resumo Objetivo Analisar os efeitos das características sociodemográficas e clínicas na ocorrência de delirium em pessoas idosas hospitalizadas. Método Estudo longitudinal prospectivo realizado com 427 pessoas idosas (≥60 anos de idade) sem ocorrência de delirium na admissão hospitalar, entre março de 2022 e julho de 2023. O delirium foi monitorado diariamente até alta ou óbito. Curvas de Kaplan–Meier estimaram a sobrevida, e a regressão de Cox calculou as razões de risco (IC95%), avaliadas pelo teste de Wald. A proporcionalidade dos riscos foi verificada pelos resíduos de Schoenfeld. Resultados O risco de delirium foi 5,47 vezes maior nos frágeis, 2,5 vezes maior em cuidados paliativos e 2,51 vezes maior em pessoas com demência. Renda superior a 3,1 salários mínimos foi fator protetor, reduzindo o risco em 71% em relação à faixa de 0 a 1 salário mínimo. Pessoas idosas com internações nos últimos 12 meses apresentaram risco de delirium 56% menor. Idade ≥80 anos (p=0,0007), viuvez (p=0,0142), baixo peso (p=0,0002), fragilidade (p<0,001), demência (p≤0,0001) e cuidados paliativos (p≤0,0001) associaram-se a menor tempo até o primeiro episódio de delirium. Conclusão A fragilidade, demência e necessidade de cuidados paliativos foram os principais fatores de risco para delirium em pessoas idosas, enquanto maior renda mostrou efeito protetor. Reconhecer esses fatores permite direcionar tratamentos e cuidados preventivos, individualizados e mais eficazes para delirium na população idosa hospitalizada.
Abstract Objective To identify the prevalence of frailty in hospitalized older adults with diabetes mellitus based on a synthesis of evidence from the literature. Method A systematic review was conducted, with searches performed in the MEDLINE, EMBASE, Virtual Health Library (VHL), Scopus, SciELO, and Web of Science databases, as well as in the reference lists of the selected studies. The inclusion criteria were hospitalized older adults diagnosed with diabetes mellitus and physical frailty, with no temporal restrictions. Searches were carried out in January 2025. The guidelines established by the Joanna Briggs Institute for evidence synthesis were followed. A meta-analysis model was used to estimate the prevalence of frailty, and a random-effects model was applied for data synthesis. Results A total of 2,261 articles were identified, and 12 studies were included in the meta-analysis. Despite the variability observed in the instruments used to assess frailty, a high prevalence of frail individuals (40.4%; 95% CI: 23.0% to 60.5%; I2 = 97.7%, τ2 = 2.2149, p < 0.0001) and pre-frail individuals (34.8%; 95% CI: 22.3% to 49.8%; I2=97.7%, τ2=0.6700, p < 0.0001) was identified among hospitalized older adults diagnosed with diabetes. Conclusion The findings reinforce the importance of systematic frailty assessment in hospitalized older adults diagnosed with diabetes mellitus as a basis for therapeutic planning and for improving care centered on functional status.
Results: After the translation process, internal consistency was verified using Cronbach's alpha reliability coefficient, which reached 0.81. The overall Content Validity Index was 88.27, higher than the minimum required for acceptability. Conclusion: The Brazilian version of the Frommelt Attitude Toward Care of the Dying Scale - Form B Scale presented sufficient metrics to be applied in Brazil. Use of the scale will contribute to increasing visibility regarding the issue of death and assistance to dying patients.
Objective:To analyze the effects of social distancing and isolation during the Covid-19 pandemic on depressive symptoms and frailty in older adults in Primary Health Care. Methods:Prospective cohort study, using the following data collection instruments: Center for Epidemiological Studies depression scale, adherence to social distancing and isolation, and markers of the physical frailty phenotype. Descriptive statistical analysis, association and proportional hazards regression were performed. Results:51.8% of the older adults progressed to pre-frailty, 14.1% had depressive symptoms, and a low de-gree of adherence to social distancing and isolation (69.4%). There was no association between dis-tancing and isolation and depressive symptoms (p=0.748) and physical frailty (p=0.5). Single, sepa-rated, divorced or widowed people have 62% (HR=0.38; 95%CI 0.15-0.96) less risk of being classified as frail and 57% (HR=0.43; 95%CI 0.21- 0.9) less chance of presenting depressive symptoms com-pared to married people. Conclusion:the low degree of adherence to social distancing and isolation showed no association with depressive symptoms and physical frailty. Sociodemographic factors highlighted risks of frailty and depressive symptoms that require attention and an individualized gerontological care plan.
RESUMEN Objetivo: Traducir y adaptar transculturalmente la Frommelt Attitude Toward Care of the Dying Scale - Form B al portugués brasileño y evaluar su validez de contenido y consistencia interna. Método: Estudio metodológico, desarrollado en formato online durante 2021 y 2022 con la participación de especialistas en el tema de la “muerte” y traductores públicos de Brasil. Implicó las siguientes etapas: traducción; síntesis; retrotraducción; revisión por comité de expertos; prueba piloto y versión final. Resultados: Luego de la traducción, se verificó la consistencia interna mediante el coeficiente de confiabilidad alfa de Cronbach, cuyo resultado fue de 0,81. El índice de validez de contenido general fue de 88,27, superior al valor mínimo requerido para su aceptabilidad. Conclusión: La versión brasileña de la escala Frommelt Attitude Toward Care of the Dying Scale - Form B presentó métricas suficientes para ser aplicada en Brasil. El uso de la escala contribuirá a aumentar la visibilidad de la cuestión de la muerte y la asistencia a los pacientes moribundos.
Objetivo: mapear a literatura científica referente ao uso do Perme Intensive Care Unit Mobility Score em indivíduos adultos hospitalizados. Método: revisão de escopo, estruturada nas diretrizes metodológicas do Joanna Briggs Institute - Evidence Synthesis Groups, com buscas em sete bases de dados e literatura cinzenta. Os estudos foram selecionados por dois revisores, utilizando um instrumento para a extração dos dados. Resultados: a análise dos 29 estudos selecionados mostrou predomínio de estudos longitudinais (34,48%), realizados no Brasil (48,27%) em Unidades de Terapia Intensiva (29%), e publicados entre 2020 e 2021 (48,24%). Os estudos evidenciaram a utilização do Perme Score para descrição e confiabilidade do instrumento, tradução e adaptação cultural, associação entre mobilidade funcional, características clínicas e desfechos, avaliação da mobilidade após intervenções, avaliação da mobilidade e potenciais barreiras para a mobilização, e uso da pontuação para validação de outros instrumentos e perfis clínicos diversos. Conclusão: o Perme Score é um instrumento que permite mensurar a mobilidade física, incluindo as possíveis barreiras à mobilidade, com potencial para utilização em cenários externos à Unidade de Terapia Intensiva, em estudos de intervenção para mobilização precoce e predição de desfechos da hospitalização.
ABSTRACT Objective: To translate and cross-culturally adapt the Frommelt Attitude Toward Care of the Dying Scale - Form B into Brazilian Portuguese and to assess its content validity and internal consistency. Method: A methodological study developed in online format during 2021 and 2022 with participation of experts in the topic of “death” and sworn translators from Brazil. It involved the following stages: Translation; Synthesis; Back-translation; Review by an experts’ committee; Pre-test; and Final version. Results: After the translation process, internal consistency was verified using Cronbach’s alpha reliability coefficient, which reached 0.81. The overall Content Validity Index was 88.27, higher than the minimum required for acceptability. Conclusion: The Brazilian version of the Frommelt Attitude Toward Care of the Dying Scale - Form B Scale presented sufficient metrics to be applied in Brazil. Use of the scale will contribute to increasing visibility regarding the issue of death and assistance to dying patients.
Objetivo: analisar a relação entre demanda de cuidados de enfermagem e a condição e os marcadores de fragilidade física em pessoas idosas hospitalizadas. Método: estudo transversal analítico com amostra de 400 pessoas idosas. Para coleta de dados, empregou-se questionário sociodemográfico, testes do fenótipo de fragilidade física e escala de avaliação de complexidade assistencial. Aplicou-se o teste exato de Fisher, Kruskal-Wallis e teste de Dunn, considerando-se significância estatística para p≤0,05. Resultados: houve predomínio dos pré-frágeis (48,7%), seguidos dos frágeis (35,8%) e não frágeis (15,5%). A maioria dos frágeis exigiu cuidados de alta dependência (44,8%). A demanda de cuidados mínimos foi de 80,6% para os não frágeis, 60,5% para os pré-frágeis e 14% para os frágeis. Os frágeis demandaram assistência superior aos não frágeis nas áreas: estado mental, oxigenação, motilidade, deambulação, eliminação e terapêutica (p<0,001). Houve associação entre demanda de cuidado mínimo a intensivo e redução da força de preensão manual (p<0,001), redução da velocidade da marcha (p<0,001), fadiga/exaustão (p<0,001), redução do nível de atividade física (p<0,001) e perda de peso não intencional (p<0,019). Conclusão: a maior demanda de cuidados de enfermagem associou-se à pior condição e aos marcadores de fragilidade física. A avaliação da fragilidade física é indispensável para identificar necessidades específicas e direcionar cuidados.
Objetivo: mapear la literatura científica referente al uso del Perme Intensive Care Unit Mobility Score en individuos adultos hospitalizados. Método: revisión de alcance, estructurada según las directrices metodológicas del Joanna Briggs Institute - Evidence Synthesis Groups, con búsquedas en siete bases de datos y literatura gris. Los estudios fueron seleccionados por dos revisores, utilizando un instrumento para la extracción de datos. Resultados: el análisis de los 29 estudios seleccionados mostró un predominio de estudios longitudinales (34,48%), realizados en Brasil (48,27%) en Unidades de Cuidados Intensivos (29%) y publicados entre 2020 y 2021 (48,24%). Los estudios evidenciaron el uso del Perme Score para la descripción y confiabilidad del instrumento, traducción y adaptación cultural, asociación entre la movilidad funcional, características clínicas y resultados, evaluación de la movilidad tras intervenciones, evaluación de la movilidad y potenciales barreras para la movilización, además del uso de la puntuación para la validación de otros instrumentos y perfiles clínicos diversos. Conclusión: el Perme Score es un instrumento capaz de medir la movilidad física, incluyendo posibles barreras para la movilidad, con potencial para su uso en escenarios fuera de la Unidad de Cuidados Intensivos, en estudios de intervención para movilización temprana y predicción de resultados de la hospitalización.
RESUMO Objetivos: analisar a relação entre a condição de fragilidade e mobilidade física na pessoa idosa hospitalizada em enfermaria. Métodos: estudo transversal analítico, conduzido em hospital do Sul do Brasil. Para obtenção dos dados, utilizou-se questionário de informações sociodemográficas e clínicas, marcadores do fenótipo de fragilidade física e o Perme Intensive Care Unit Mobility Score. Incluíram-se pacientes com 60 anos ou mais, hospitalizados em enfermarias. Excluíram-se casos críticos, com indicação de UTI, aguardando transferência ou em precaução de gotículas. Empregou se estatística descritiva, teste de Tukey e teste de hipótese de igualdade das proporções. Resultados: dos 547 participantes, 46,07% eram pré-frágeis e 36,74% frágeis. Houve associação dos escores de mobilidade física entre pessoas idosas frágeis 15,2 (±8,95) e não frágeis 27,6 (±5,05), p<0,001 e entre frágeis 15,2 (±8,95) e pré-frágeis 25,9 (±6,45), p<0,001. Conclusões: pessoas idosas frágeis hospitalizadas em enfermaria apresentaram menor mobilidade quando comparadas às não frágeis e pré-frágeis.
Objetivo: analizar la relación entre demanda de cuidados de enfermería y la condición y los marcadores de fragilidad física en adultos mayores hospitalizados. Método: estudio transversal analítico con una muestra de 400 adultos mayores. Para la recopilación de datos, se utilizó un cuestionario sociodemográfico, pruebas de fenotipo de fragilidad física y una escala de evaluación de la complejidad asistencial. Se aplicaron las pruebas exacta de Fisher, Kruskal-Wallis y Dunn, considerando una significancia estadística para p≤0,05. Resultados: hubo un predominio de los prefrágiles (48,7%), seguidos de los frágiles (35,8%) y no frágiles (15,5%). La mayoría de los frágiles requirió cuidados de alta dependencia (44,8%). La demanda de cuidados mínimos fue del 80,6% para los no frágiles, del 60,5% para los prefrágiles y del 14% para los frágiles. Los frágiles requirieron asistencia superior que los no frágiles en los factores: estado mental, oxigenación, motilidad, deambulación, eliminación y terapéutica (p<0,001). Se observó una asociación entre la demanda de cuidados mínimos a intensivos y la reducción de la fuerza de agarre manual (p<0,001), reducción en la velocidad de la marcha (p<0,001), fatiga/agotamiento autoinformados (p<0,001), reducción del nivel de actividad física (p<0,001) y pérdida de peso no intencionada (p<0,019). Conclusión: la mayor demanda de cuidados de enfermería se asoció con la peor condición y con los marcadores de fragilidad física. Evaluar la fragilidad física es esencial para identificar necesidades específicas y dirigir los cuidados.
ABSTRACT Objectives: to analyze the association between frailty and mobility among hospitalized older adults in general medical wards. Methods: this analytical cross-sectional study was conducted in a hospital in southern Brazil. Data collection involved a sociodemographic and clinical questionnaire, physical frailty phenotype markers, and the Perme Intensive Care Unit Mobility Score. The study included patients aged 60 years or older admitted to general medical wards. Exclusion criteria were critical illness, intensive care unit indication, pending transfer, or droplet precautions. Descriptive statistics, Tukey’s test, and the test for equality of proportions were used. Results: of the 547 participants, 46.07% were prefrail and 36.74% were frail. A significant difference in mobility scores was found between frail (15.2 ± 8.95) and non-frail (27.6 ± 5.05) older adults (p < 0.001), and between frail (15.2 ± 8.95) and prefrail (25.9 ± 6.45) individuals (p < 0.001). Conclusions: frail older adults hospitalized in general medical wards exhibited significantly lower mobility levels compared to their non frail and prefrail counterparts.
Objective: to analyze the relation between nursing care demand and frailty condition and markers in hospitalized older adults. Method: analytical cross-sectional study with a sample of 400 older adults. Data collection used a sociodemographic questionnaire, frailty phenotype tests, and a nursing care complexity assessment scale. Fisher’s exact test, Kruskal-Wallis test and Dunn’s test were applied, considering statistical significance for p≤0.05. Results: there was a predominance of pre-frail (48.7%), followed by frail (35.8%) and non-frail individuals(15.5%). Most frail older adults required high-dependency nursing care (44.8%). The minimum nursing care demand was 80.6% for non-frail, 60.5% for pre-frail, and 14% for frail older adults. Frail older adults required higher nursing care level than the non-frail in the areas: mental state, oxygenation, motility, ambulation, elimination, and therapy (p<0.001). There was association between minimal to intensive nursing care demand and reduced hand grip strength (p<0.001), reduced gait speed (p<0.001), fatigue/exhaustion (p<0.001), reduced physical activity level (p<0.001), and unintentional weight loss (p<0.019). Conclusion: higher nursing care demand was associated with worse frailty condition and markers. Frailty assessment is indispensable to trace specific needs and support nursing care planning.
Objective: To analyze the relationship between the social vulnerability index and physical frailty condition and delirium in hospitalized older adults. Methods: Cross-sectional analytical study of older adults developed in a hospital in southern Brazil. The collection instruments used were a sociodemographic questionnaire, the social vulnerability index, physical frailty phenotype markers and the Confusion Assessment Method. Descriptive and inferential statistics were used. Results: Of the 305 older adults evaluated, 59.4% were female, 40.9% were aged over 80 years and 92.6% had morbidities. There was an association between hospitalization and female sex with low and medium vulnerability (64.8%; 95%CI 55.9-72.7 and 63%; 95%CI 53.2-71.8, respectively, with p=0.0262) . Delirium was observed in 29.5% (95%CI 22.3-38.4) of older adults over 60 years of age with low vulnerability, 17% (10.9-25.5) medium, 14.5% ( 8.6-23.9) high, with p=0.0151. There was no association between delirium and the vulnerability index in older adults aged over 80 years, with p=0.235. Delirium affected 44.3% (32.5-56.7) of older adults with low vulnerability, 35% (22.1-50.5) with medium and 25% (12-44.9) high. There was no association between frailty and social vulnerability, with p=0.927. Among older adults aged 80 years or over, frail people prevailed in the three vulnerability strata (low 59.7%; medium 57.5% and high 56%), p=0.788. Conclusion: Hospitalization and delirium were associated with younger, pre-frail women from low and medium social vulnerability. The condition of frailty did not correlate with social vulnerability. The need to better understand the biopsychosocial factors that can increase delirium in hospitalized older adults with low social vulnerability is highlighted.
Objective: to map the scientific literature regarding the use of the Perme Intensive Care Unit Mobility Score in hospitalized adults. Method: scoping review, structured according to the methodological guidelines of the Joanna Briggs Institute - Evidence Synthesis Groups, with searches in seven databases and gray literature. The studies were selected by two reviewers, using an instrument for data extraction. Results: the analysis of the 29 selected studies showed a predominance of longitudinal studies (34.48%), conducted in Brazil (48.27%) in Intensive Care Units (29%), and published between 2020 and 2021 (48.24%). The studies demonstrated the use of the Perme Score for description and reliability of the instrument, translation and cultural adaptation, association between functional mobility, clinical characteristics and outcomes, mobility assessment after interventions, mobility assessment and potential barriers to mobilization, and use of the score for validation of other instruments and various clinical profiles. Conclusion: the Perme Score is an instrument capable of measuring physical mobility, including possible barriers to mobility, with potential for use in scenarios outside the Intensive Care Unit, in intervention studies for early mobilization and prediction of hospitalization outcomes.