The relationship between menopausal hormone therapy (HT) and Parkinson’s disease (PD) risk remains controversial, with inconsistent findings potentially driven by differences in hormonal formulations. We conducted a systematic review and meta-analysis following PRISMA 2020 guidelines. MEDLINE/PubMed and EMBASE were searched between January 8 and March 14, 2026. Observational studies evaluating the association between menopausal HT and PD risk were included. Effect estimates were pooled using random-effects models. Subgroup analyses were performed according to HT formulation (estrogen-only vs. combined estrogen–progestin therapy). A multilevel meta-analysis was conducted to account for within-study dependence. Fourteen studies including 753,749 participants (4,433 PD cases) were analyzed. Overall, HT was not significantly associated with PD risk (RR 1.08; 95
Levando em consideração o aumento do uso de análogos do GLP-1 para fins estéticos e fora das indicações clínicas, torna-se importante compreender os riscos associados à automedicação e ao uso irracional desses medicamentos, já que práticas como essas podem prejudicar os pacientes. Esse estudo teve como objetivo avaliar os principais riscos relacionados ao uso desses medicamentos, além de analisar o papel do farmacêutico na promoção do uso seguro e racional. Para isso, foi realizada uma revisão integrativa da literatura em bases de dados com critérios de seleção previamente definidos. Foram analisados 22 artigos científicos, onde os resultados mostraram que os efeitos gastrointestinais são os mais frequentemente relatados entre os usuários, além da ocorrência de eventos adversos mais graves, como cetoacidose, pancreatite e alterações neurológicas. Também foi possível identificar que o acompanhamento farmacêutico é fundamental, pois contribui para a orientação dos pacientes, promove o uso seguro e ajuda a reduzir práticas inadequadas. Por fim, embora essa classe de medicamentos apresenta benefícios no tratamento da obesidade, seu uso sem supervisão adequada pode trazer riscos importantes, o que reforça a necessidade de mais estudos e acompanhamento profissional para garantir segurança a longo prazo.
A violência contra a mulher constitui um grave problema de saúde pública, podendo culminar no feminicídio, geralmente precedido por manifestações progressivas de violência que nem sempre são identificadas precocemente. Nesse contexto, os serviços de saúde destacam-se como espaços estratégicos para a identificação dessas situações, com ênfase na atuação da enfermagem. Objetivo geral: Analisar, por meio de revisão integrativa da literatura, como a Enfermagem atua na identificação de fatores que antecedem feminicídio. Método: Revisão integrativa da literatura, com abordagem qualitativa e quantitativa, realizada nas bases BVS (LILACS, BDENF e MEDLINE) e SciELO, utilizando descritores relacionados à violência contra a mulher e enfermagem. Foram incluídos estudos publicados entre 2020 e 2025, resultando em 30 artigos após aplicação dos critérios de elegibilidade. Resultados: Evidenciaram-se como principais fatores de risco a violência prévia, recorrência das agressões, ameaças, controle coercitivo, tentativa de separação e vulnerabilidades sociais. A enfermagem mostrou-se fundamental na identificação precoce desses sinais, especialmente na Atenção Primária à Saúde. Conclusão: A atuação da enfermagem é essencial para a prevenção do feminicídio, sendo necessário fortalecer a formação profissional e a organização dos serviços de saúde.
Background: Tracheostomy is an option to ensure airway safety in patients with severe traumatic brain injury. However, the optimal timing for tracheostomy remains unclear based on current evidence. Methods: Umbrella systematic review to determine the effectiveness of early tracheostomy in TBI. Databases: PubMed, Embase, Scopus, Web of Science, Lilacs, Cochrane, Open Grey, and clinical trials. Inclusion criteria: Meta-analysis of early tracheostomy in severe TBI patients. Exclusion criteria: if there was no data regarding the time of death or the follow-up period. Data extraction: Selection, risk of bias evaluation, and data extraction were performed by two independent authors. Results: Four meta-analyses were included from 5673 initial records, and a new meta-analysis was performed from data obtained in primary studies. The evidence included in this umbrella review showed that early tracheostomy reduced ICU (MD = -5.69 days; 95% CI [-7.78, -3.59]) and Hospital (MD = -3.53 days; 95% CI [-4.44, -2.62]) length of stay, time in mechanical ventilation (MD = -5.08; 95% CI [-7.12, -3.05]) and risk of ventilator associated pneumonia (RR = 0.78; 95% CI [0.70, 0.86],). These studies cannot determine the effectiveness of early tracheostomy on mortality (RR = 1.32; 95% CI [0.89, 1.96],) or neurological prognosis. Conclusions: This umbrella review suggests that early tracheostomy is effective in reducing ICU and Hospital length of stay, time in mechanical ventilation, and ventilator-associated pneumonia. Inplasy protocol: 202280096.
Introducción: El cáncer bucal, una condición grave que afecta la calidad de vida de los pacientes, requiere un enfoque que supere los tratamientos clínicos convencionales. Objetivo: Comprender las percepciones y prácticas de los profesionales de la odontología de la atención primaria en relación con la gestión del trabajo y la atención del cáncer oral en la red pública de Alagoas, identificando obstáculos, potencialidades y vías para reforzar la integración de la red de atención y mejorar la calidad de la atención oncológica en el Sistema Unificado de Salud. Método: El enfoque cualitativo permitió comprender mejor la complejidad de las experiencias y prácticas profesionales considerando los efectos de la enfermedad en los contextos cotidianos y laborales. Los datos se recopilaron mediante cuestionarios, entrevistas individuales y en profundidad, y notas de campo, lo que posibilitó un análisis situado del fenómeno. Resultados: Los datos revelaron desafíos relacionados con la gestión del trabajo, la comunicación interprofesional, la formación y la organización de los servicios en la Atención Primaria de la Salud. Las inseguridades diagnósticas, la limitada familiaridad con acciones preventivas y la fragilidad de los flujos formales comunicacionales indican que el cáncer bucal aún no constituye una prioridad en la práctica cotidiana de la atención primaria. Conclusión: A pesar de las barreras estructurales y organizacionales, los vínculos establecidos entre los odontólogos y los usuarios emergen como una fortaleza para prácticas de cuidado más integradas. Fortalecer la educación continua, consolidar los canales de comunicación y mejorar la articulación entre la Atención Primaria y los servicios especializados son estrategias esenciales para perfeccionar el manejo del cáncer bucal.