ABSTRACT Purpose To map and describe the findings regarding the performance of individuals who stutter on cortical auditory evoked potentials in the speech-language pathology clinical setting. Research strategy This scoping review was conducted according to the PRISMA-ScR guidelines and registered with the OSF (https://doi.org/10.17605/OSF.IO/KGHXV). The search was conducted in PubMed, LILACS, Embase, Cochrane Library, Web of Science, Science Direct, SpeechBITE, OpenGrey.eu, and DissOnline, with no language or period restrictions. Selection criteria Primary studies comparing cortical auditory evoked potentials between individuals with and without stuttering, with normal peripheral hearing, and without comorbidities were included. Results A total of 1,516 studies were identified. After exclusions and screening, seven articles were included. The total sample consisted of 151 adults (18 to 46 years) and 202 children and adolescents (4 to 18 years). The findings suggest that individuals who stutter, especially those with more severe symptoms, tend to have higher latencies and lower amplitudes in the P1-N1-P2-N2 components, especially in the right ear. More marked changes were observed in children, indicating greater sensitivity of cortical auditory evoked potentials in this age group. Conclusion The data suggest that cortical auditory evoked potentials may reflect alterations in central auditory processing in individuals who stutter, especially in the most severe cases.
The National Society of Sports Physical Therapy (SONAFE-Brazil), the official organization representing sports physical therapists in Brazil, developed this Clinical Practice Guideline to support clinicians and athletes in managing hamstring strain injury. The Grading of Recommendations Assessment, Development, and Evaluation (GRADE) approach was employed to address the clinical question: “Which interventions provided by physical therapists improve rehabilitation outcomes in athletes with hamstring strain injury?” The guideline provides an updated and targeted synthesis of evidence from randomized clinical trials, offering practical guidance to inform clinical decision-making by physical therapists across diverse health care and sports settings.
Introdução: A hipotermia neonatal permanece como um agravo frequente entre recém-nascidos pré-termo, podendo provocar complicações metabólicas e hemodinâmicas. Apesar das recomendações existentes, ainda há lacunas na capacitação profissional e na disponibilidade de materiais educativos voltados ao cuidado térmico em sala de parto. Objetivo: Desenvolver e validar um vídeo educativo para prevenção da hipotermia em recém-nascidos pré-termo. Método: Estudo metodológico, tipo relato de experiência, fundamentado no Método CTM3. O vídeo foi elaborado a partir de revisão da literatura, construção de roteiro, produção audiovisual e validação de conteúdo por especialistas da área neonatal, que avaliaram clareza, pertinência e organização do material. Resultados: Os especialistas consideraram o vídeo adequado quanto à qualidade técnica e pedagógica, sugerindo ajustes incorporados na versão final. O recurso mostrou-se objetivo, acessível e coerente com as evidências atuais sobre prevenção da hipotermia. Conclusão: O vídeo educativo desenvolvido apresenta potencial para apoiar a educação permanente de profissionais de saúde e fortalecer práticas seguras de cuidado térmico ao recém-nascido pré-termo em sala de parto.
Os erros de medicação constituem um dos principais desafios para a segurança do paciente, evidenciando a necessidade de capacitação contínua dos profissionais envolvidos na administração de medicamentos. Nesse contexto, os produtos educacionais configuram-se como estratégias relevantes para o fortalecimento da educação em saúde e para a qualificação da prática assistencial. Este estudo tem como objetivo descrever o processo de elaboração de um produto educacional, no formato de guia educativo, voltado à segurança do paciente na administração de medicamentos com base nos 13 certos. Trata-se de um relato de experiência que apresenta o percurso metodológico adotado para a estruturação do guia, fundamentado no método CTM3, composto por três etapas: Concepção do Produto (C), Referencial Teórico (T) e Referencial Metodológico (M3), este último alicerçado nas teorias da Análise Transacional, da Multissensorialidade e da Programação Neurolinguística. Após sua elaboração, o material foi validado por juízes ad hoc. O guia apresenta elementos orientadores destinados a profissionais e estudantes de enfermagem com foco na prevenção de erros na administração de medicamentos, na qualificação do cuidado e na promoção da segurança do paciente.
Introducción: El cáncer bucal, una condición grave que afecta la calidad de vida de los pacientes, requiere un enfoque que supere los tratamientos clínicos convencionales. Objetivo: Comprender las percepciones y prácticas de los profesionales de la odontología de la atención primaria en relación con la gestión del trabajo y la atención del cáncer oral en la red pública de Alagoas, identificando obstáculos, potencialidades y vías para reforzar la integración de la red de atención y mejorar la calidad de la atención oncológica en el Sistema Unificado de Salud. Método: El enfoque cualitativo permitió comprender mejor la complejidad de las experiencias y prácticas profesionales considerando los efectos de la enfermedad en los contextos cotidianos y laborales. Los datos se recopilaron mediante cuestionarios, entrevistas individuales y en profundidad, y notas de campo, lo que posibilitó un análisis situado del fenómeno. Resultados: Los datos revelaron desafíos relacionados con la gestión del trabajo, la comunicación interprofesional, la formación y la organización de los servicios en la Atención Primaria de la Salud. Las inseguridades diagnósticas, la limitada familiaridad con acciones preventivas y la fragilidad de los flujos formales comunicacionales indican que el cáncer bucal aún no constituye una prioridad en la práctica cotidiana de la atención primaria. Conclusión: A pesar de las barreras estructurales y organizacionales, los vínculos establecidos entre los odontólogos y los usuarios emergen como una fortaleza para prácticas de cuidado más integradas. Fortalecer la educación continua, consolidar los canales de comunicación y mejorar la articulación entre la Atención Primaria y los servicios especializados son estrategias esenciales para perfeccionar el manejo del cáncer bucal.