Resumo Introdução: A hemodiafiltração convencional de alto volume, três vezes por semana, parece proporcionar desfechos superiores aos da hemodiálise convencional. Nosso objetivo foi avaliar se os benefícios da hemodiafiltração podem combinar-se aos da hemodiálise frequente. Métodos: Estudo longitudinal, de centro único, com desenho A1-B-A2, comparando hemodiálise curta diária (SDHD) de alto fluxo com hemodiafiltração online curta diária (SDHDF) pós-diluição. Resultados: Doze pacientes completaram o estudo. A depuração de mioglobina foi maior durante SDHDF (45,95 ± 11,0 mL/min) do que durante SDHD1 (20,11 ± 5,2 mL/min; P < 0,01) e SDHD2 (21,39 ± 3,55 mL/min; P < 0,01). Observou-se pressão arterial média pré-diálise ligeiramente mais elevada durante SDHDF (102,51 ± 11,28 mmHg) em comparação à SDHD1 (95,5 ± 9,82 mmHg; P < 0,01) e SDHD2 (97,61 ± 11,19 mmHg; P = 0,03). Também detectamos aumento na hemoglobina pré-diálise durante SDHDF (12,39 ± 1,2 g/dL) em comparação à SDHD1 (11,30 ± 1,09 g/dL; P = 0,02) e SDHD2 (11,23 ± 1,84 g/dL; P < 0,01). O colesterol HDL foi significativamente mais elevado no final do período da SDHDF (52,75 ± 15,8 mg/dL) em comparação aos períodos de SDHD1 (47,00 ± 10,8 mg/dL; P = 0,01) e SDHD2 (43,75 ± 11,1 mg/dL; P < 0,01). Conclusão: O efeito da conversão de SDHD para SDHDF foi ligeiramente positivo em nosso estudo. A longo prazo, a hemodiafiltração curta diária pode trazer mais benefícios para a população em diálise. Isso pode levar à adoção da hemodiafiltração como padrão de tratamento, mesmo em contextos de hemodiálise frequente.
Childhood cancer survivors (CCS) are at elevated risk for cardiovascular disease due to cardiotoxic cancer therapies. Different international guidelines and recommendations for follow-up were published. However, global practices surrounding cardiovascular risk assessment, screening, and management in CCS remain variable and incompletely characterized. A 20-question survey was created by the Pediatric Working Group of the International Cardio-Oncology Society (ICOS) for medical practitioners involved in the care of CCS to assess current practices in cardiovascular risk evaluation, preventive strategies, screening modalities, cardiology referral, and heart failure (HF) management. The survey distribution was a collaborative effort by ICOS pediatric work group leaders. Descriptive statistics were used to summarize responses. A total of 123 unique practitioners responded, with 75
Objetivo: Analisar o mecanismo de ação, eficácia, segurança e principais estudos sobre o inclisiran no tratamento da hipercolesterolemia. Revisão bibliográfica: Hipercolesterolemia é um dos distúrbios metabólicos mais prevalentes no mundo. Embora as estatinas sejam os fármacos de escolha para o tratamento visando a redução do LDL Colesterol (LDL-C), podem não ser toleradas ou mesmo insuficientes em até 20% dos pacientes. Medicamentos direcionados à pró-proteína convertase subtilisina/kexina tipo 9 (PCSK9) surgiram como promissoras opções terapêuticas. Inclisiran liga-se aos receptores de asialoglicoproteína (ASGPR), expressos apenas em hepatócitos, fato que explica seu perfil de segurança; participa de um complexo ribonucleoprotêico (RISC); induz ao silenciamento de RNA mensageiro (mRNA); reduz a síntese de PCSK9 em ribossomos; aumenta o número de receptores de LDL na superfície dos hepatócitos; e reduz a concentração sérica de LDL-C. Considerações finais: Inclisiran é uma molécula de interferência gênica que inibe a síntese de PCSK9, promove a degradação de mRNA ou inibe sua tradução, fornecendo uma redução robusta, sustentada e com baixa variabilidade interindividual do LDL-C. Pode desempenhar um papel importante na terapia da dislipidemia no futuro. É necessário que seja considerado o custo para tornar a proposta terapêutica viável para ampla gama de pacientes.
Polymer embolization provides effective left ventricular outflow tract relief in obstructive hypertrophic cardiomyopathy with atypical supply. Functional balloon testing optimizes outcomes in high-risk patients.
Skin is our largest organ and our interface with the environment, responsible for protection from injury, dehydration, and infection. Being one of the most highly regenerative tissues in mammals, it has emerged as an important model to understand stem cell biology. Skin harbors multiple stem cell populations with diverse functions. It has become one of the most promising tissues for regenerative therapies and disease models due to its multiple embryologic origins, easy accessibility, and abundance of surgical discard. Besides the long way for a more broad translational, enormous advances in preclinical and clinical trials have revealed fascinating properties of this diverse stem cell reservoir, making it one of the most attractive tissue sources for regenerative medicine.