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    Estudos Semióticos

    Estudos Semióticos

    JournalISSN 1980-4016

    年发文量

    研究主题

    论文(661)

    排序
    1En Torno a La Iconicidad Sonora Y Musical: Problematizaciones Semióticas Desde Una Perspectiva Peirceana
    Federico Buján

    El presente artículo propone problematizar la iconicidad en el dominio de los fenómenos sonoros y musicales desde la perspectiva semiótica de Charles S. Peirce. En tal dirección, se discuten los procesos de producción de sentido que se despliegan a partir de las relaciones que establecemos con los eventos sonoros, poniendo foco en sus rasgos de iconicidad. El trabajo procura superar ciertos lugares comunes en los que la iconicidad sonora queda reducida a un único modo de funcionamiento significante: aquel que limita al ícono sonoro a la mímesis sonora, operando una evocación literal a un objeto concreto en ausencia por rasgos de semejanza (como ocurre en el caso de las onomatopeyas), dejando por fuera a una serie de fenómenos complejos que también se inscriben en el orden de la iconicidad. Se sostiene que los representámenes sonoros implican ordenamientos particulares de la materia significante, deviniendo en configuraciones de sentido que poseen rasgos específicos (cualidades) en su propia configuración, constituyendo formas significantes que operarán plenamente en el orden de la iconicidad. Se destaca, de tal modo, el carácter autorreferencial y autorrepresentativo del ícono sonoro, y se consideran sus implicancias en términos cognitivos y discursivos.

    2025
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    AI阅读
    加入学术空间
    2Julio Bressane E As Conversações Cinematográficas: Iconizações Do Signo Verbal
    Lennon Macedo,Bruno Leites

    O texto busca descrever como as conversações cinematográficas dos filmes de Julio Bressane operam uma iconização do signo verbal. Tal iconização revela devires visuais e sonoros que povoam as palavras no cinema. Para tanto, desdobramos diferentes correntes de interpretação do ícone peirceano, perpassando a iconicidade como semelhança em Christian Metz e em Gilles Deleuze e a iconização como produção de diferença a partir de Décio Pignatari. Por fim, analisamos blocos cinematográficos dos filmes Brás Cubas (1985) e Cleópatra (2007), evidenciando que as iconizações visuais e sonoras da fala não sobrevivem alheias a um processo de simbolização verbal das conversações, garantindo a continuidade da semiose no cinema.

    2025
    引用
    AI阅读
    加入学术空间
    3Entre Gosmas, Xenomorfos E Máquinas: Iconicidades Alienígenas Híbridas E Bioassinatura Na Franquia Alien
    Livia Cristina de Souza Machado

    Este artigo tem como objetivo analisar e relacionar semioticamente as iconicidades de alienígenas de filmes da franquia Alien, com o intuito de identificar traços comuns nas qualidades visuais que compõem a elaboração desses seres extraterrestres. Parte-se da ideia de bioassinatura, entendida como banco de dados e inspiração no mundo biológico da Terra para criação e morfologia dos alienígenas. Entende-se ícone a partir da semiótica de Charles Sanders Peirce, como um signo que estabelece uma relação de semelhança com as características de um objeto (CP 1.369). Trata-se de um signo originário “cuja virtude significativa se deve simplesmente à sua qualidade” (CP 2.92). Os principais aspectos desta investigação são as sensorialidades construídas nos signos por meio da visualidade plástica dos extraterrestres. Surge uma hipótese: a indústria cinematográfica funciona como um laboratório de semiose infinita e continuum de aliens. Os E.T.s que vieram cronologicamente antes se misturam e aglutinam — literalmente, em simbiose e bioassinatura — com os posteriores. Todos se alimentam, de alguma forma, do embrião/ícone comum de Necronomicon de H. R. Giger e Alien, o Oitavo Passageiro. Assim, nascem seres híbridos da conjunção corpórea entre metais, silício, vegetais, peles, tentáculos e gosmas: uma estética de colisão de corpos e materialidades.

    2025
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    加入学术空间
    4​“Ainda Somos Os Mesmos”?: Iconicidade, Gestos E Ética Na Apropriação Do Avatar De Elis Regina
    Alexander Matthias Gerner,Renata Silva Souza,Maria Eunice Quilici Gonzalez

    Este artigo aborda as implicações semióticas dos avatares gerados por IA de figuras culturais falecidas, examinando especificamente como a tecnologia deepfake funciona como uma forma de tradução intersemiótica que levanta questões sobre representação icónica, memória cultural e consequências pragmáticas. Este trabalho propõe uma análise semiótica dos gestos de Elis Regina, com foco no recente avatar digital da cantora criado para uma campanha publicitária da empresa automobilística de vendas de novas gerações de um modelo clássico, as Kombis. Com base na semiótica triádica de Peirce — particularmente os seus conceitos de iconicidade (CP 2.247-249), iconicidade operacional (Stjernfelt 2007), experiência colateral (CP 8.179) e interpretante emocional (CP 5.475) — analisamos como os avatares de IA funcionam como dicisignos que fazem múltiplas afirmações sobre identidade e presença. Analisamos as transformações gestuais por meio da mediação humana e tecnológica, aplicando os conceitos peircianos de semiótica ilimitada, continuidade (synechism) e a quebra de hábitos ao comercial da Volkswagen de 2023, que apresenta um avatar de Elis Regina gerado por IA atuando com a filha Maria Rita. A nossa análise triádica examina: (1) mimetismo gestual icónico, (2) geração de interpretantes através de modos emocionais/energéticos/lógicos e (3) consequências pragmáticas-legais-éticas.

    2025
    引用
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    加入学术空间
    5El Signo Artístico Como Icono En Charles S. Peirce
    Sara Barrena

    Este artículo pretende explorar la noción del signo artístico en Charles S. Peirce. La estética peirceana se caracteriza por la búsqueda de lo admirable en sí mismo, y la belleza aparece para Peirce como un fin último que solo es posible cuando se logra un equilibrio entre cualidades sensibles y razonabilidad o, en términos de las categorías peirceanas, entre primeridad y terceridad. Desde este punto de vista, el signo artístico es para Peirce aquel en el que se encarna aquello que lo trasciende. No es verdadero ni falso, sino que representa a su objeto como signo de una mera posibilidad. Tiene el carácter expresivo propio de los iconos, reflejando una semejanza que no se entiende como un criterio de adecuación externa, sino como un reflejo de las sensaciones que el artista pretende plasmar. El icono aparece como un tipo de signo que es lo suficientemente amplio para servir a la novedad y a la pluralidad del arte.

    2025
    引用
    AI阅读
    加入学术空间
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    高被引作者

    作者引用发文
    Regina Souza Gomes295
    Wolfgang Wildgen262
    Jose Americo Bezerra Saraiva2413
    Isabel Marcos236
    Anne Beyaert-Geslin232
    lucas torrisi gomediano231
    amanda cristina martins raiz231
    Amir Biglari233
    jessica zaiba curuchi231
    dilson ferreira da cruz236

    高产作者

    作者引用发文
    Eliane Soares de Lima516
    Iva Carlos Lopes2314
    Jose Americo Bezerra Saraiva2413
    Carolina Lindenberg Lemos013
    Waldir Beividas410
    Matheus Nogueira Schwartzmann68
    Jean Cristtus Portela78
    Jacques Fontanille98
    Eduardo C. B. Bittar17
    diana luz pessoa de barros117

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