
Abstract The governance of Education in Portugal has undergone several reforms, particularly at the subnational level. A continuous shift toward decentralization has made municipalities increasingly responsible for designing local instruments and strategies. We argue that these dynamics exemplify the instrumentation of local educational policy in Portugal. This paper presents a literature review structured around categories that synthesize key trends in research and scholarly discourse concerning these policy instruments. Although much of the existing literature is descriptive, the corpus reveals a clear strategic and participatory turn in both the instruments themselves and their design processes. An underlying emphasis on place-based solutions and shared accountability—among local decision-makers, stakeholders, and citizens acting as co-creators—emerges as a central theme. These principles have not only empowered local communities but have also underscored the significance of context-specific responses to educational challenges. In this light, we contend that the Portuguese paradigm of local educational policy merits closer scholarly examination.
Resumo O estudo buscou compreender o fenômeno da evasão na Educação Superior por meio da Teoria da Dinâmica de Sistemas. Foram identificados e classificados fatores relevantes associados à evasão, mapeadas suas relações causais e representadas por um Diagrama de Ciclo Causal. A análise revelou a influência de condições conjunturais, tais como as políticas, acadêmicas e institucionais, destacando mecanismos reforçadores como o Ciclo da Frustração Acadêmica e o Ciclo da Exclusão Financeira. A pesquisa adotou a metodologia de De Bruyne, Herman e Schoutheete (1991), com quatro polos: epistemológico, teórico, morfológico e técnico. O modelo desenvolvido e validado proporciona informações relevantes para a execução de ações práticas para mitigar a evasão, sugerindo intervenções específicas e a relevância de políticas integradoras, contribuindo para o avanço do entendimento sistêmico do problema e orientando estratégias institucionais futuras.
Resumen Los intereses lectores del alumnado han ocupado buena parte de las investigaciones sobre lectura en las últimas décadas y han sido objeto de estudio en las políticas educativas. El objetivo de esta investigación es analizar los intereses lectores de 160 alumnos de 6.º de Educación Primaria en función al sexo, formato de lecturas y motivos que la impulsan. Se realizó una investigación de tipo cuantitativo, no experimental y correlacional a través de un cuestionario. Los resultados revelaron evidencias claras con respecto a la preferencia del alumnado por la lectura por placer y en formato impreso y de entretenimiento y ciertas diferencias en lo que respecta a la variable de género, lo que supone una información interesante de cara a seguir indagando en la manera en la que los alumnos de esta etapa se acercan a la lectura y la manera en la que debemos mediar para que esa experiencia sea fructífera y placentera. Se identificaron tres perfiles según los intereses lectores, así como preferencias temáticas y de motivación lectora en función del sexo. Estos hallazgos aportan información para plantear en el marco de las políticas educativas estrategias lectoras.
Abstract This article analyzes perceptions of climate change within the University of Campinas (Unicamp) community across general, institutional and individual dimensions. Based on an exploratory survey with 1,258 respondents, the study examines climate perceptions, information sources, institutional expectations, engagement and climate-related psychological distress. Results show an almost absolute consensus on the existence of climate change (97.9%) and broad recognition of the university as a central actor in addressing the climate crisis, although priorities for institutional action varied. At the individual level, 51.8% of respondents reported some climate-related psychological distress, including 18.1% at moderate or severe levels, while also expressing substantial willingness to act and influence others. Age, gender, religion, academic segment and information sources were associated with differences in perceptions, engagement and psychological outcomes. The findings suggest that the central challenge for universities is no longer simply expanding access to climate information, but creating educational conditions capable of transforming widespread awareness into sustained institutional and collective engagement.
Resumo O artigo investiga a percepção de estudantes de graduação sobre a Educação inclusiva, comparando alunos com e sem necessidades educacionais específicas (NEE). A pesquisa, com 88 participantes (11 com NEE), utilizou o Índice de Inclusão para Educação Superior (INES) e analisou autoavaliação, bem-estar institucional e gestão administrativa. Todos os indicadores de Autoavaliação ficaram abaixo de 60%. Em Bem-Estar, 59,7% (sem NEE) e 27,3% (com NEE) percebem atividades inclusivas como frequentes; em Gestão Administrativa, os índices são 39% e 18,2%, respectivamente. Os resultados alertam para a importância de ações que considerem a acessibilidade na autoavaliação institucional e de implementar programas de bem-estar adaptados. Conclui-se pela relevância de uma abordagem participativa, que envolva estudantes com NEE como agentes ativos na formulação de políticas institucionais.