
A man travels through time looking to become immortal in order to save the love of his life. Like a XVIth century conqueror, Tomas seeks the legendary fountain of youth. As a scientist today, Tommy desperately struggles to fi nd a cure for the cancer that is killing his wife. And like an astronaut in the XXVIth century, Tom seems to discover the mysteries of life, love and death.
Nesse artigo propomos a análise de um dos eventos presentes no Sutra de Kṣitigarbha (Ārya-bodhisattva-kṣitigarbha-pūrva-praṇidhāna-sūtra), que narra sobre uma das vidas do contínuo do desperto (bodhisattva) na qual suas aspirações iniciais de beneficiar todos os seres a superarem os renascimentos miseráveis são fortalecidas. Essa análise ocorrerá sob a perspectiva do desenvolvimento da compaixão (karuṇā) como explicado por Tsongkhapa no Grande Tratado do Caminho Gradual da Iluminação (Lamrim Chenmo). Buscaremos assim entender como esse sutra devocional busca estimular o desenvolvimento dessa virtude através de uma narrativa alegórica sobre ações aflitivas, seus resultados nos renascimentos dos seres e práticas que visam beneficiar aqueles que faleceram. Com isso, refletiremos sobre como esse estímulo ao cultivo da compaixão (karuṇā) pode auxiliar o praticante a lidar com o luto.
A presente discussão pretende relacionar a temática da literatura de Lourenço Mutarelli, a filosofia de Deleuze e Guattari com o princípio pluralista. A proposta consiste em sinalizar os elementos convergentes nas obras de Mutarelli com a proposta teológica pluralista. Para tanto analisará as obras: O Natimorto; Nada me faltará e O cheiro do ralo visando evidenciar as tônicas teológicas que nela existem e apresenta-las numa proposta de libertação comprometida com a vida e com a emancipação humana.
Este trabalho, apresentado em forma de ensaio filosófico e pedagógico, propõe experimentar modos outros de escrever e interpretar os conceitos de Michel Foucault. Para desenvolver a analítica, parte-se de três conceitos basilares: saber (arqueologia), poder (genealogia) e subjetividade (arqueogenealogia). A tese que se instaura é que a interpretação se dá na articulação entre movimentos recíprocos de interioridade e exterioridade do sujeito –constituído pelos discursos, pelos jogos de poder e pelas tecnologias de si – que, para significar o mundo, dá nomes e, assim, sentido para a existência. Como resultado, o trabalho propõe pensar a hermenêutica foucaultiana como transgressora, não pelo seu caráter subversivo, mas pela possibilidade de funcionar como ferramenta teórica e metodológica. Interpretar é, nessa perspectiva, projetar o espaço-outro, o tempo-outro e a vida-outra, indagando o impacto da crise anti-intelectualista e negacionista.
Este trabalho se propõe a uma análise do filme “Melancolia” (2011), dirigido por Lars Von Trier, a partir dos conceitos da Logoterapia e Análise Existencial em um breve recorte sobre o trágico e a beleza. O objetivo é tentar entender a relação entre sentido da vida e beleza mesmo na tragédia a partir dos conceitos da Logoterapia. O método é o qualitativo estudo de caso e a metodologia analise de conteúdo. A análise do filme permitiu identificar como os personagens selecionados tomam decisões diferentes diante do trágico, porem só um deles encontra sentido e beleza na vida, realizando valores, percebendo que vale a pena viver até o último instante, mesmo diante da morte, do trágico.